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Anônimo
 


Com você meu destino seria bastante.
Quantas vezes cantava e soneto eu fazia!
Porém hoje, que vive de mim tão distante,
sua ausência tirou-me até da poesia.
 
Só existo no mundo da mera ilusão...
Sem você a saudade maltrata e consome.
Todo SIM do começo no fim virou NÃO,
e o soneto termina vazio e sem nome.
 
A vagar nesse vale sem relva e calçada,
tropeçando nas letras do amor derramado,
só me resta silêncio, rabisco e mais nada.
 
Eis aqui os meus versos de rol superior!
Sua estrofe... tercetos com rimas em ADO
não resgatam sonetos nem salvam amor.

 


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Francisco Marques Poeta
Enviado por Francisco Marques Poeta em 20/10/2019
Reeditado em 25/10/2019
Código do texto: T6774481
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Francisco Marques Poeta
Pirapozinho - São Paulo - Brasil
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Francisco Marques Poeta

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