DESPEDIDA
Quero os lírios sozinhos do pântano;
Porque não vejo dálias, rosas e avencas;
Quantas margaridas no meu jardim;
Girão como os girassóis da Rússia.
Ó homem! Ó destino! Ó vida!
Não sentes tu o perfume da flores;
Quero os lírios sozinhos do pântano;
Porque não vejo dálias, rosas e avencas.
Como estou eu depauperado e languido;
Não tentes tu defenestrar-se, embuças;
deixa-me ver o meu jardim com chuvas;
Para eu dizer adeus para minhas flores;
Quero os lírios sozinhos do pântano.