ONDAS DE VIDRO

Lenita Trote era uma mulher que morava com seu filho Ronny Trote de seis anos numa casa afastada da área urbana; no entanto, ela era uma mulher exuberante, estatura alta, olhos verdes, cabelos platinado, bronzeada da praia, sentia-se livre para amar e ser amada como ela havia dito ao ex-marido Edward Trote há três anos.

No povoado, todos chamavam-na de “Nita”, um apelido carinhoso dos nativos de Baia da Traição, cidadezinha situada ao litoral norte da Paraíba, uma lugar com muitos indígenas Potiguaras, pessoas orgulhosa e de fácil convívio.

Sulista, do interior do Paraná, Lenita estava vivendo numa casa próximo da praia, afastada da cidadezinha litorânea e da capital. Ronny, estudava em casa, ela ensinava-o porque ela amava sentir todos livres, porém, o garotinho precisava entrar para escola primária, mas Lenita relutava. Só que o menino tinha cidadania estadunidense porque nascera em Austin, terra do seu pai e Lenita por ter vivido nos EE.UU por onze anos, também tinha cidadania

Depois de muita batalhas diplomatas o pequeno Ronny foi levado para os EE.UU, Lenita resolveu regressar para o Campo do Tenente, um lugar especial para a irreverente “Nita”, pois, o lugar apenas deu a chance de Ela voltar para os braços da família. E, Edward Trote casado com Linda Leslley, um bailarina clássica, possibilitou ao pequeno Ronny uma vida de amor no que cerne aos costumes tradicionais da América e do Brasil, assim, o garoto tornou-se um jovem de princípios pelos quais seus laços afetivos com a mãe em Porto Alegre.

Sérgio Gaiafi
Enviado por Sérgio Gaiafi em 29/05/2023
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