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ADEUS


Que sorte,
que coisa forte,
esse rio de saudades,
de água doce
que desemboca em mim,
reinventando
gostos e cheiros
de um amor antigo
tão bonito e perdido.
e quanta inquietação,
também de porte,
há nas correntezas graves
que perpassam o pecado
da minha boca,
de ter dito, um dia,
adeus:
inútil desperdício.


(A todas as Saudades doces dos amores perdidos)


T@CITO/XANADU

Paulo Tácito
Enviado por Paulo Tácito em 10/05/2020
Código do texto: T6942781
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Paulo Tácito
Riacho Fundo - Distrito Federal - Brasil
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Paulo Tácito