EU TE AMO!
Cármico deleite abraçado ao verso em tua boca
Sensível querer endeusado no sabor de uma língua
Permeando meandros à procura do êxtase orgástico
Deidade profana a receber fluído meu que desemboca
Na profunda essência de tua lua que jamais míngua
Sou vate sujeito a uma senhora que me faz granítico
Pétreo , desfraldo a haste a ti,sempre, consagrada
Subjugado, adentro a cela santa do teu claustro
Ajoelhado, rezo-te em paixão e impudico avanço
Submirjo na incandescência de tua lapa orvalhada
Tu és deusa e tua divindade infunde o meu estro
Conjugados no amor, depois do prazer, um remanso
Cármico deleite abraçado ao verso em tua boca
Sensível querer endeusado no sabor de uma língua
Permeando meandros à procura do êxtase orgástico
Deidade profana a receber fluído meu que desemboca
Na profunda essência de tua lua que jamais míngua
Sou vate sujeito a uma senhora que me faz granítico
Pétreo , desfraldo a haste a ti,sempre, consagrada
Subjugado, adentro a cela santa do teu claustro
Ajoelhado, rezo-te em paixão e impudico avanço
Submirjo na incandescência de tua lapa orvalhada
Tu és deusa e tua divindade infunde o meu estro
Conjugados no amor, depois do prazer, um remanso