O que é banal nas almas


A janela nesse momento aberta  de caos e preces turvas,
As articulações do peito,pulsou,pulsou de amor...pra ti!
Vi que vinhas de muito longe o luzeiro do rio,
e reconheci esse bicho estranho de canoa-mar;
Do banimento das almas e seus ardis;

Reconheci todos os nós a nos pungir;
Essa imensatura e esse chão,e amor ao rio,pra fazê-lo cantar!!
Pra dar o direito de ser rio,
e no esboço que temos,
so rio,ócio,__fluentes nos ais __,
nossos despojos
nem o torpe nem as água poderão mudar!!
MaisaSilva
Enviado por MaisaSilva em 25/02/2018
Reeditado em 01/03/2019
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