O pão de cada dia ,com nuances de prece
Não tirem de mim ,mais nada!
Nenhum verso, nenhuma parte de pão,
nem nuances de poesias!
Não tirem de mim, esse verso abastado;
do óbvio do que é azul e terno. Não tirem a casta alegria!
Não tirem de mim as manhãs afáveis,
meu pecado e minhas aulsas e tolas cartas de amor!
Não tirem de mim o ocaso feliz da consequência
do verso, mesmo que anteposto...
músicas tão cotidianas de alegria tola;
não tirem de mim a letargia das preces obtusas,
a posse da letra ,meu bem, é a ração do dia fecundo , ou não!!