A DOR DE UM CORTE !

Componentes de permissão,

Nem sempre de forma consensual,

Podem culminar em condenação;

Sendo que os efeitos de algum mal,

Sempre soará como uma maldição.

E há de se ver injustos reincidentes,

Solidários entre si, impondo suas maldades

Sobre frágeis inocentes,

Sofredores de atrocidades

E de abusos conscientes.

É comum, nos excessos não cortados :

Que eles se tornem bem crescidos,

Em indivíduos ansiosos e descontrolados.

Pois pensam , que a eles, são permitidos

Os julgamentos infundados.

Há quem diga, que certos atos carnais,

Ficaram no passado e que por sorte,

Foram prescritos, ao renascer dos mais leais...

Pois os oprimidos, se tornaram fortes

E seus êxitos, passaram a ser cerebrais.

Mas, se já se foram tais tempos sofridos.

Agora, encontramos o que nos sustenta :

A compensação de um querer não atendido,

Por uma alma que nos alimenta

E que nos faz ter, um espírito, mais crescido...

E assim, todos os sonhos não realizados,

Entre os santos e os insanos,

Serão como às águas que se passaram,

Escoarão com o passar dos anos

Mas, sempre, se renovarão...

Ivan Limeira
Enviado por Ivan Limeira em 17/08/2021
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