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Se o mar fosse pequeno, que importaria o horizonte? Ninguém firmaria os olhos além das praias, os estreitos do coração provocariam calmaria, amanhã, essas letras não transformaria poesia.

Essas poucas águas não apagaria os incêndios. Os fogos das paixões esquentaria o clima, passam horas, passam dias, os invernos e primaveras, mais o verão não tardaria.

As estrelas tímidas de brilhos longínquos nas noites claras em climas abrasantes, com centelhas de raio estrelar, calores, luz que conduz; calidoscópio de cores.

Nesse trajeto fenomenal ao cenário deserto onde todos dormem no negro da escuridão, lá fora a luz natural rechaça com precisão,
projeta sombras fazendo se umbral, até atravessa vidraças mesmo que fraca e banal.


Bem vindo marés altas, esquece o mar como figura, de volta as margens largas, inspirações profunda de corações grande.
Nada a menos, mas de amor intenso nas vaidades de tamanhos grandes ou  pequenos.

ahp/23/10/2019
Antonio Portilho
Enviado por Antonio Portilho em 23/10/2019
Reeditado em 24/10/2019
Código do texto: T6776979
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Antonio Portilho
Andradina - São Paulo - Brasil
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