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Independência, mas não morte!

22 de abril de 1500.
“Terra à vista!” Ao longe, o Monte Pascoal
E a prazo, de Portugal, o jugo fatal!

“É tempo: independência ou morte!
Estamos separados de Portugal!”
Ali, às margens do Ipiranga,
Estava lançada a sorte!
Do grito sacral
Brandindo o afiado metal,
O jugo chegara ao final.

O Brasil, de Cabral e de Pedros
Continuou seguindo, em enredos.
A Coroa Portuguesa é história
Mas, outros tempos vieram
E, no Brasil, na longa trajetória,
Aqui brotaram alguns homens,
Com interesses próprios, a escória.

O Brasil libertou-se de Portugal
Mas homens vis, de mandato banal
Lutam entre si por outra coroa
E a ética, na política, esboroa.

Independência ou morte?
Sem norte e nem suporte
Seguimos, com tal sorte.
Brasil, Brasil, do meu 22 de abril
Expurga os filhos ímpios do covil
Redescobre-te, ainda febril,
Mas gentil, varonil.
Porque és a pátria amada, idolatrada!

Salve! Salve! Brasil!
Sergio Diniz da Costa
Enviado por Sergio Diniz da Costa em 07/09/2018
Código do texto: T6442012
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Sergio Diniz da Costa
Sorocaba - São Paulo - Brasil, 62 anos
239 textos (1803 leituras)
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Sergio Diniz da Costa