VOZES AO VENTO
(Samuel da Mata)

Brada o poeta seus versos revoltos
Qual água em cascata do peito a jorrar
Da injustiça e descaso transborda o desgosto
É a voz dos que sofrem mas não ousam falar

Chora o poeta seus versos tristonhos
Sorrisos e prantos, do amor a ilusão
Fantasias desfeitas ou mantidas em sonhos
É o “glamour“ da ventura, loucura e paixão

Canta o poeta a alegria do povo
Exalta em versos, da vida o prazer
Esquece a miséria, é Copa de novo
Deixa em sonhos e quimeras sua gente viver
Samuel da Mata
Enviado por Samuel da Mata em 25/10/2013
Reeditado em 07/09/2015
Código do texto: T4541724
Classificação de conteúdo: seguro
Copyright © 2013. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.