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ENFIM, CONCLUÍ A FACULDADE

Texto revisado e ampliado, em resposta ao scrap da profª Jucy Bruno, Salvador/Bahia: “Oubí, como vai você? Eu preciso saber de sua vida!! Beijus e bom domingo!!!”. Com as teclas da simplicidade, escrevo à mestra e a quem mais possa interessar.


Salve.

"Não é que as coisas sejam fáceis. Mas também não é ser fácil que é essencial. O girassol gira com a luz, e isto não é fácil e é belo. É tempo de compreender que maçala e malapa crescem em árvore forte, na terra firme e não no lodo. Continuar ou não continuar a estudar não é problema teu nem meu – é nosso." Excerto de "PARA UMA MORAL", Marcelino dos Santos.

Nasci em 1955. Segundo historiadores, os anos 50 foram revolucionários e transformadores para a mídia, ciência, artes, tecnologia. Venho de família humilde, numerosa, operária. Meu pai, Edgard (Mestre Puca) dos Santos, em 1959 foi para o andar de cima no Dia de São Pedro quando eu contava 3 para 4 anos, deixando pontos de interrogação em minha vida. Tudo que me lembro dele resume-se a fragmentos do seu velório. Minha mãe, Dalva Camargo, quatro anos depois casou-se outra vez. Oswaldo Cardoso também era viúvo. Tinha 4 filhos: Clóvis, Claudemir, Clodoaldo, Clair.

Perdi o trono de filho único. Comecei a trabalhar com 9 anos, puxando carreto nas feiras livres para ajudar em casa. Os meio-irmãos nasceram quase que em carreirinha: Oswaldo Jr., Izilda, Ariovaldo. Tia Norma, cozinheira-arrumadeira, a solteirona e namoradeira da família, talvez por espelho patronal sempre me incentivou a estudar e patrocinou muitos dos meus passos elementares. Me apeguei à ela. Fato que gerou antagonismos desnorteadores. Ela investia no intelecto. A mãe, afinada ao modo do tio José, eletricista, seu irmão mais velho, apostava na caixa registradora. Uma erguia. A outra derrubava. Construção e demolição em duelos constantes. Divergências referenciais ou fratricídio memorial? Um amigo de Moçambique, certa vez fez o seguinte comentário sobre os conflitos em seu país: “O que atrasa o africano desde o tempos mais remotos é o tribalismo”. Aos meus botões indaguei: Ele sabe as origens e nome dos seus dilemas milenares. E nós? Ambas perguntas permanecem sem respostas.

Meu padrasto era motorista de caminhão, nos tratava bem, porém bebia muito. Dia de pagamento era um inferno. Ela passava na casa dos parentes para visitar a filha (suponho que devido a entraves familiares ela não veio morar conosco), chegava em casa bêbado e com os bolsos limpos. Tempos depois a empresa onde ele trabalhava fechou. Ele recebeu gorda indenização por ser funcionário antigo de casa. Entretanto a novela se repetiu novamente. Chegou em casa de porre e com a carteira vazia. No mesmo periodo, empurrados pela especulação imobiliária, mudaram-nos da Vila Guilherme, zona norte, para a Parada XV de Novembro, zona leste, situada entre Itaquera e Guaianases, pelos idos de 1966/67. Nos tornamos quase vizinhos da Tia Olga, irmã caçula da minha mãe. Ela e o tio Milton tinham três filhos: Carlos, Sonia e Regina, mais conhecida por Tuta. Anos depois veio o Alex. Com eles tomei contato com terreiros de umbanda e candomblé, árdua luta pela sobrevivência, e escola de samba para espairecer. Tia Olga era dona de casa e passista, tio Milton era vidreiro e ritmista da Escola de Samba Primeira de Santo Estevão, na Vila Carrão.

"O mundo é bom comigo até demais,
Pois vendendo bananas
Eu também tenho meu cartaz,
Pois ninguém diz pra mim
Que eu sou um paria no mundo
Ninguém diz pra mim:
Vá trabalhar vagabundo".

Cantando Jorge Ben, no embalo dos Incríveis, aos 13 anos, por volta de 1968/69, por conta dessas e outras desavenças, juntamente com atritos na escola devido a idade, surtei, interrompi os estudos no 3º ano primário. De sorveteiro a ajudante de feirante fiz de tudo um pouco para ganhar um trocado.

Até os 17 anos eu não era o que se pode chamar de "um jovem exemplar". Se é que alguém tem obrigação de ser exemplar. Fato que deu margem para queixumes, críticas, cobranças. Tio Zé, sempre que vinha nos visitar me enredava em implicâncias. Os modelos e esteriótipos me rondavam. Em busca de aceitação, de um grupo de referência procurava me amoldar. Mas não me enquadrava em nenhuma fôrma. Nas empresas que trabalhei neste período não passei de três a quatro meses. Talvez, ele queria apenas o meu bem. Mas por não ser meu pai ou não saber se expressar, o som soava como ruído.

Ganhei o vulgo "Marcha Lenta". Na balança da dúvida colocaram minha sexualidade. Negro tem fama de garanhão. A história colonial atesta o mito. Quem não faz jus ao rito é alvo de chacotas. O repertório de piadas para gozo de anseios reprimidos e desejos frustrados pelo bem dotado é vasto. Na música podemos encontrar amplo cardápio para deleite dos gostos mais simples aos mais refinados. Cravo e Canela que o digam. “Lá vem o negão cheio de paixão te catar, te catar, te catar”. Quanto e de que modo quem se preza a tal papel tem lucrado nesse ramo?

Em "As filhas do vento", 2004, filme de Joel Zito Araújo, as cenas com o único personagem branco na trama (Jonas Bloch), comprova que muitos dos pula-cerca deles se previnem para não provocarem maiores conflitos. O amante traça “a mulata boazuda”, segundo moldes apontados nos estudos de João Carlos Rodrigues, no livro “O negro brasileiro e o cinema”, e a induz a provocar aborto. Alerta semelhante foi feito por Lima Barreto, no romance "Clara dos Anjos". Pelas ruas e vielas da vida nos deparamos com filhos bastardos, abandonados, marionetes do sistema, trampolins da criminalidade, reclamando atenção. Lamentavelmente, em pleno século XXI ainda existe mulher que presta desserviços à manifestos emancipatórios. Usa o útero como carteira profissional, passaporte ao cartório civil, à programas assistenciais eleitoreiros. Estudar, trabalhar fora, traçar um plano de carreira, progredir por esforço próprio ou cooperativo pra quê se comprovada a gravidez ela já tem direito à pensão alimentícia?

Sinto falta de conversas reflexivas. O universo masculino continua muito fálico e pouco filosófico. Semelhante àquela letra, Negro Limitado, Racionais MC’s: "Você não me escuta. Ou não entende o que eu falo. Procuro te dar um toque. E sou chamado de preto otário. Atrasado, revoltado. Pode crê. Estamos jogando com um baralho marcado." Gostava de escrever tudo que me vinha à mente, ler gibis e livros de bangue-bangue, ouvir música de gêneros diversos, ir ao cinema aos sábados e domingos, assistir durante horas seguidas inúmeros programas televisivos, andar sem rumo por lugares diversos sem incomodar ninguém ou simplesmente ficar quieto em algum canto, na minha, contemplando uma luminosa lua cheia, ensimesmado. Eu remoia uma frustração por inaptidão à pintura ou algo similar. Seu Edgard, mesmo sem tê-lo conhecido, por algum motivo fazia uma falta danada. Será que levaríamos essas idéias? Ou seria aqueles regimes totalitários do tipo "Eu mando e você obedece. Certo?" Ou lembrando outro rap dos Racionais: "Um pai inútil digno de de dó. Mais um bêbado filha da puta e só." Meus desenhos e rascunhos sempre foram péssimos. Contudo, se me pediam para fazer algo, de preferência sozinho, sem me aporrinhar a cabeça, eu me ocupava da tarefa como se dela dependesse a minha sobrevivência. Somente sossegava quando a via concluída.

O tinhoso não me esqueceu. Tem tempo para vigiar. Conhece nossos calcanhares. Inábil com esportes, desafinado no samba, sem formação consistente num mar de choques familiares, com fala macia apresentou-me opções: o caderno, a cachaça ou crime. Embrenhei na mata à caça de soluções. Retomei os estudos em 1972, via MOBRAL em uma escola pública situada na Vila Nivi, zona norte paulista. Nada contra quem fez outras escolhas. Apenas descobri que não levo jeito ou não sou destemido o suficiente para função de risco. Aprecio momentos solitários por natureza, não solitária por condição. Algo me dizia para evitar ser xerox de lugares comumente iluminados a palitos de fósforos. Ingressei no ginásio somente em 1978, na época não havia supletivo aos egressos do MOBRAL.

Concluí o ginásio após longa jornada do tipo começa, pára, retorna, em 1986, por fatores diversos, inclusive conjugais. Quando não se tem apoio em casa e incentivo no trabalho tudo fica mais difícil. O mesmo ocorreu com o colegial, a conclusão só se deu em 1992. Prestei a FUVEST no mesmo ano, passei na 1ª e tomei pau na 2ª fase. Amarguei derrota similar mais 3 vezes. Obstinado, empaquei. Estava decidido a estudar na USP nem que fosse a última coisa que eu fizesse na vida. As experiências da vida me deram noção de várias coisas e nenhuma formação específica. Tomei gosto pelo piano clássico. Fui tachado de fresco, metido, incoveniente... Estudei uns dois anos no Conservatório Dramático Musical, parei. Exteriormente. Desde então meu rádio encalhou na Cultura FM. Como também, a partir de 1980, a escrita e a literatura apresentaram-se para mim quase parecidas com o título da biografia de Elza Soares: Cantando para não enlouquecer.

No circuito MNU, Cadernos Negros, Fala Negão, movimentos afro-sociais, conheci o EDUCAFRO através do Instituto Padre Batista. Junto com o MOCUTI (Movimento Cultural Cidade Tiradentes), bairro onde resido desde 1988, levantei informações e ajudei a implantar uma unidade durante o biênio 1999/2001. Por falta de professores e instalações adequadas a proposta capengou. Faltou visão empreendedora, persistência pedagógica, liderança qualificada e formativa. O assistencialismo na periferia, junto a comunidades carentes, é uma doença silenciosa e atrofiante. Se não monitorado continuamente, ataca, inclusive, as mentes mais esclarecidas. Metodologias indígenas, quilombolas, de Paulo Freire e de Augusto Boal merecem visitas constantes para descondicionar mentalidades acomodadas, vacilantes, oprimidas. "Não dê peixe ao homem, ensine-o a pescar", já dizia Confúcio.

O excerto de um ensaio, Assim falava o brasileiro, de Raul Longo, elucida:

"Platão apontou ao Homem como animal político, portanto, por mais que as camadas populares sejam alijadas do processo desenvolvido pelos que detêm os privilégios do poder, o primordial instinto de qualquer espécie biológica continuará sendo o da sobrevivência, mais ou menos intensamente relacionado ao viver comunitário. Por ser comunitário e racional o homem desenvolveu uma sistêmica política de relações e, pelo sobreviver, através dela criou o poder. Há diferentes formas de exercício de poder. Um deles, a imposição. Impondo-se por coerção, o poderoso controla meios de sobrevivência do grupo em vantagem de si próprio. Outra forma é a indução, uma política que leva o grupo a agir pela sobrevivência, por meios que beneficiem, sobretudo, a condição de sobrevivência do próprio poderoso. Ainda outra é a condução, no qual o líder conduz o grupo através das condições existentes até que se alcancem os meios de sobrevivência para todos. Esses processos se verificam em qualquer espécie comunitária e, no caso humano, são fartamente documentados por historiadores e antropólogos. Intercalando-se ou coexistindo entre si, essas relações são comuns a todos os grupos sociais, independente de segmentos ou particularidades culturais, sejam quais forem os meios e condições de sobrevivência."

Em 2002, com o coração em pedaços migrei para o MSU (Movimento dos Sem Universidade). Em 2004, via ENEM/PROUNI consegui Bolsa Integral para o curso de Publicidade e Propaganda, na FECAP. Três pessoas foram diretamente responsáveis por esta conquista e mudança de opinião: Zé Carlos e Charles Monteiro, parceiros de classe no MSU, dentre outros, e Renato Ribeiro, diretor e cenógrafo, com quem tive aulas iniciais de cinema curta metragem na Oficina Cultural Alfredo Volpi, em Itaquera. A eles meu eterno OUBIGRATO! Eu havia degustado mais uma reprovação na FUVEST, perdido as provas da UNESP, a moral estava no pé. Tanto insistiram para eu me inscrever no ProUni, que acabei cedendo. Feito formiga naufraga, o projeto governamental se apresentou naquele momento como tábua de salvação. Tomei gosto pelos estudos. Virou vício, modo de vivência. Fora de uma sala de aula eu me sinto como peixe fora d'água...

O negro nos meios de comunicação foi o tema, "A representação do negro na mensagem publicitária" é o título da minha monografia, a temível TCC. Dia 13/02/2009 obtive meu Certificado de Conclusão de Curso. Chorei, confesso. Não aderi à formatura pelo salgado preço cobrado: R$ 2.300,00 reais aos retardatários. “Ser um preto tipo ‘A’ custa caro”. A faculdade não sugeriu colação de grau oficial, sob alegação de escolha para evento festivo pela Comissão de Formatura proposto por uma empresa que fisgou a maioria. O "efeito dominó" provocou dissensões. Priscila Barros, representante de sala, em resposta por email assim se manifestou:

"Oi Oubí,

Quem não aderiu a formatura pode fazer a colação de grau, mas tem que pagar um valor de aproximadamente R$ 1.200,00 para fazer só a colação, caso contrário não poderá fazer parte. Sim, o serviço é terceirizado, o único responsável pela formatura é a empresa Brilho. E como o aluguel da beca é deles também, tem tudo que ser feito do jeito deles. Infelizmente é assim!"

Abraços *Priscila*

Apesar de não ter vestido a famosa beca para registro vídeofotográfico memorial, sob protestos, conclui enfim uma etapa importante. Na opinião da colega Renê Ziviani "O que importa é o canudo." Cantei uns versos de mestre Martinho da Vila:

Felicidade!
Passei no vestibular
Mas a faculdade
É particular
Particular!
Ela é particular
Particular!
Ela é particular...

De uns tempos para cá, felizmente, a lista de agradecimentos nesta empreitada vem se tornando extensa. São tantos nomes que prefiro não citá-los por temer esquecer algum. Deveria ter começado uma lista desde a aprovação vestibular. Cresposim, Posse Hausa, Gélédés, Fundação Palmares, Instituto Pombas Urbanas, contribuíram também através de seus membros, suplantando assim desafetos que surgem no caminho com suas pedras para testar a nossa fé. Algumas resistências estão sendo vencidas por mérito e conquista de confiança, outras pelo cansaço, tem aquelas que acendem elogios por questões de conveniência. Visionária, Lady Deise, disse-me algo memorável quando ingressei na faculdade: "Todo negro com curso superior é um divisor de águas. Abre portas, quebra paradigmas." Agradeço à mestra, deveríamos ocupar todos os lugares, a exemplo dos orientais para alcançarmos respeito, visibilidade, condições igualitárias em níveis diversos e amplificados. “Aproveitem todas as oportunidades”, lembro os incentivos da professora Angélica Miyuki, em suas aulas de inglês, quando lhe participávamos algum convite pedagógico ou profissional recebido. E o “Poema Enjoadinho”, de Vinicius de Moraes que nos diga:

Filhos...
Filhos?
Melhor não tê-los!
Mas se não os temos
Como sabê-los?

Tanto, que gostaria de ser uma célula para saber que filmes passaram na tela da memória do meu filho Charles, durante a sua colação de grau para Ciências Sociais. Certa vez ele me confidenciou que o seu avô materno, o seu Amélio, o repreendia: "Desligue a televisão e leia um livro". Kizzy Fatumbi está indo firme no curso de Assistente Social, a Fayoula não conseguiu se encaixar na área de Bombeiro Civil, a Nijinga decola se sair da lábia do João, a Shalom procura professor particular de matemática para concluir o colegial por eliminação de matéria, e enfrentar vestibular para Tecnóloga. Quanto a Kindaisha e Robson, por enquanto não tenho nada a dizer. A mãe, avós e familiares deles ergueram muros que somente o tempo vai, talvez, ajudar a transpor. Coisas de segundo casamento edificado num tempo imaturo e semeado em terreno espinhoso... Assim, o bom senso sugere ouvir os conselhos de Jorge Benjor, em Alcohol:

Em vez de uma nova trombada
Uma marcha ré com dignidade
É melhor do que ficar com pesadelos
Tédio, calça arriada, queda de audiência
Filme queimado


Na humildade, a caminhada continua. O trem da história não pára. Sempre tem lugar para mais um quando se quer chegar em algum lugar. Em março retomo meus estudos de audiovisual na Escola Livre de Cinema e Vídeo de Santo André, onde pretendo aprender, contribuir, obter parte do embasamento necessário para pós-graduação em Comunicação. A matemática da escritora e jornalista Esmeralda Ribeiro demonstra que “somos poucos”. Um Mestrado é a minha meta para atuar no campo de pesquisa, produção de documentários, difusão de projetos educativos auto-sustentáveis. O poema de Agostinho Neto, Do povo buscamos a força, para mim permanece como uma bússola essencial:

"Outros viemos.
Lutar pra nós é ver aquilo
que o Povo quer realizado.
É ter a terra onde nascemos.
É sermos livres pra trabalhar.
É ter pra nós o que criamos
Lutar pra nós é um destino
É uma ponte entre a descrença
E a certeza do mundo novo".

Apoio e sugestões na realização deste roteiro serão bem-vindos. Convite em algum campus, mesmo como aluno-ouvinte representa meio-caminho para treinar os ânimos... Como já cantava Gilberto Gil: "A felicidade do negro é uma felicidade guerreira".

Deixo aqui um abraço fraterno a todos que tem um sonho e votos de persistência aos calouros. O pódio é individual, a vitória: COLETIVA. Como nesta foto dos primeiros formandos da UniPalmares.


Espero estar ajudando. Se cuide... Voe!!!

Oubí Inaê Kibuko, Cidade Tiradentes para o mundo...


LINKS RELACIONADOS:

Para uma moral
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/34439

Do povo buscamos a força
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/308244

Instituto do Negro Padre Batista
http://www.portalafro.com.br/entidades/insnegropdbatista.htm

Educafro
http://www.educafro.org.br/index.asp

Movimento Dos Sem Universidade
http://www.msu.org.br/

Cadernos Negros
http://www.quilombhoje.com.br/

Movimento Negro Unificado
http://pt.wikipedia.org/wiki/Movimento_Negro
http://www.comciencia.br/reportagens/negros/15.shtml

ENEM
http://www.enem.inep.gov.br/

PROUNI
http://prouni-inscricao.mec.gov.br/PROUNI/Oprograma.shtm

NEGRO LIMITADO
http://www.letras.com.br/racionais-mcs/negro-limitado


Disponível também em Cabeças Falantes Online: http://tamboresfalantes.blogspot.com/2009/02/enfim-conclui-faculdade.html
OUBÍ INAÊ KIBUKO
Enviado por OUBÍ INAÊ KIBUKO em 16/02/2009
Reeditado em 23/04/2015
Código do texto: T1441887
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
OUBÍ INAÊ KIBUKO
São Paulo - São Paulo - Brasil, 64 anos
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OUBÍ INAÊ KIBUKO