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A aurora de um amanhã

Vivemos na atualidade, momentos singulares, e, notadamente difíceis, da história da humanidade. Não se sabe, no futuro, como esses fatos serão narrados, ou como serão interpretados, mas, o fato é, que vivemos momentos penosos, e de futuro incerto e duvidoso, especialmente no Brasil, onde os políticos, a maioria corruptos, estão se aproveitando de uma pandemia, para tentar surrupiar dos cofres públicos, isto é, do dinheiro de uma nação, verbas para rechear seus cofres particulares.

Em algumas cidades como Recife e São Paulo, para citar apenas duas, foi decretado um “lockdown” sem precedentes na história do planeta. As pessoas são obrigadas a permanecerem em suas casas, saindo exclusivamente se forem fazer algo essencial, como comprar comida ou ir a um hospital, sob risco de serem presas, algemadas, agredidas fisicamente, pelo simples fato de estarem na rua sem alguma razão “considerada fundamental” pelo poder público ditatorial.

A doença que assola o mundo, desde dezembro de 2019, é causada por um vírus denominado “Convid-19”, conhecido como Coronavírus, oriundo da China e que já matou mais de trezentas mil pessoas em toda a Terra, com mais de cinco milhões de infectados. A cada dia se noticia mais alguns milhares de pessoas que sucumbiram. Ninguém sabe ainda como combater essa doença, embora já existam alguns medicamentos que têm sido usados experimentalmente e obtido algum sucesso.

Apesar dos inúmeros alertas de que fechar tudo não vai evitar o contágio, e que isto vai causar, além de desempregos, também desabastecimento, alguns governadores inescrupulosos, permanecem irredutíveis, apesar de existirem provas, com experiências semelhantes em outros países, de que esse isolamento pode piorar o contágio.

Como uma luz no fim do túnel, um medicamento chamado hidroxicloroquina, já conhecido há muitos anos e utilizado, principalmente, no tratamento da malária e do lúpus, associado com mais alguns outros como a azitromicina e o zinco, surgem dando esperanças a quem é acometido pela doença. Não se tem ainda comprovação científica do sucesso do fármaco e seus coadjuvantes, mas o fato é que tudo isso surge como uma nova aurora na história da humanidade. O futuro nos dirá se este Sol realmente raiou.
Alberto Valença Lima
Enviado por Alberto Valença Lima em 02/08/2020
Código do texto: T7023856
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Sobre o autor
Alberto Valença Lima
Recife - Pernambuco - Brasil, 69 anos
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Alberto Valença Lima

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