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ESSE TEXTO FOI ESCRITO EM 2015, PARECE QUE FOI AGORA
"... Desta vez seria a sexta existência do senhor Augusto a ser cumprida nesta vida aqui na terra; período que  já tirou várias lições, observou e constatou tantas e tantas barbarias; atos destes seres chamados irmãos terráqueos. Dentre algumas atitudes até louvável, outras de estrema crueldade, levando em conta que a descoberta da penicilina, o desvendar do mundo invisível através das lentes poderosas dos microscópios, o estudo dos vírus, bactérias curando doenças infecciosas. Nestas vais e vens a mais de dez mil anos, seu Augusto presencia todas as épocas e fases de evoluções e progresso aqui neste planetinha azul.

 
Nesta existência percebeu muitas descobertas benéficas ao bem da humanidade, também observou muitas atitudes de extrema crueldade, imagine Adolf Ritteler com suas guerras inúteis causando estas atrocidades com estes povos inocentes, sem mácula.
Neste mundo em que o Senhor Augusto estaria completando estes estágios; agora já concluindo seu expiatório, voltaria novamente para seu mundo de origem ao qual ele o havia deixado anterior a esta chegada aqui.
 
Dentro de alguns dias seu Augusto estará se desprendendo desta superfície terrestre, a gravidade, seu peso corpóreo estará desfeito assim ele irá, mas retornará pela última vez. Está indo para de onde veio, agora fará mais uma preparação para um eventual retorno aqui, lá pelas vindas do ano de dois mil e  cinquenta, passa rápido.
 
Neste retorno a este mundo nesta data de dois mil e  e cinquenta seu Augusto encontrará um planeta com outras formas de calamidades.
 
Só existiram guerras, falta de alimentos, águas envenenadas, visibilidades nebulosas devido à poluição, mortandade em grande massa. Mulheres gestantes gerando fetos deformados, e infinidades de pestes infectuosas.
 
Este planeta estará em pavoroso, será o fim da espécie humana, eles procurarão refúgios em outros planetas com semelhanças ao planeta terra.
 
Conforme as conquistas do espaço estes astronautas encontrarão outras localidades neste cosmo, mas; não será privilégio de todos. Está viagem interplanetária seria a preços exorbitantes.
 
Conseguir uma ponte aérea de longa distância nestas naves SUPERES-equipada? Não seria para todos, Transportar terráqueos refugiados desta degradação da humanidade. Uma aventura só para os milionários, os mais abatidos pela pobreza estarão predestinado a sofrer os horrores deste fim de existência da humanidade, vírus diabolicos  que devoram os organismos humano
em vida, o planeta terra estará se detereorando, as bactérias aproveitam os restos dos cadáveres para se prolifrerarem e atacarem os organismos alem dos trabalhos dos vírus mortíferos. 

 
Seu Augusto voltará, mas; porem permanecerá só por um curto  tempo, ai encerrará de vez, Dando um ponto final em suas  jornadas pela imensidão do universo, será sepultado aqui neste solo em plena devassidão da terra, sofrendo horrores e ai configurará como fim de todas as existências do senhor Augusto.
 
Hoje uma manhã de abril dia 23 de um ano qualquer. Seu augusto acordou cedo e logo lhe veio em mente o que significaria este dia, este seria o dia de sua partida, agora estaria completando sua tarefa aqui e não tendo mais nada a fazer por aqui só lhe restaria partir para este mundo distante, seus parentes e amigos reconhece este feito como; morrer para a vida eterna, mas seu Augusto sabe muito bem como se chama isto e fará logo mais neste anoitecer.
 
Neste começa de tarde, logo depois do almoço, deitou em sua rede amarrada em um palanque da varanda ao tronco de uma laranjeira, começou a soluçar, chorou bastante, ele fico tomado de uma grande tristeza, parece que não queria ir embora, mas não tinha outro jeito, foi um chamado do pai e sendo assim não tem como esquivar, terá que ir mesmo, sem alternativa..."                                                                                                                                                                   
Antonio Portilho
Enviado por Antonio Portilho em 14/04/2020
Reeditado em 20/04/2020
Código do texto: T6917226
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Antonio Portilho
Andradina - São Paulo - Brasil
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