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A missão, Bily levar uma pequena carruagem até a bela City, essa pequena diligência pertencia aos correios, estava estacionada na aldeia dos índios comanches, essa carruagem sofreu um ataque, foi saqueada pelos homens de Maduque, o general da cavalaria pediu que esses nativos guardassem por alguns dias, até que ordene alguém vir buscar e levar até a cidadezinha Bela City, Bily se encarregou dessa obrigação. O general da cavalaria e mais quinze soldados estava a procura de Maduke e seu bando saqueadores e invasores de terras do estado. Enquanto se dirigia rumo a cidadezinha perceberam que algo estranho estava acontecendo, presenciaram alguma meia dúzia de cavaleiros, Bily percebeu se tratava de Maduque; saíram da colônia dos camponeses descendentes de mestiços e mexicanos os vândalos mataram a todos e saquearam suas mercadorias, Bily chegando ao ponto da estrada notou que era dali que os bandidos tomaram a estrada. Bily puxou as rédeas de seu cavalo, fez com que ele parasse bruscamente, Djek idem, mesmo de longe perceberam que algo meio estranho acontecia nesse local, deram a volta a pequena montanha para encontrar forma de subir a cavalo, ambos depararam com o cenário de massacre, muitos homens mortos somando com alguns indígenas, crianças e velhos, os autores desse ato covarde foram o bando de Maduke que viviam cometendo muitos dessas matanças abusando dos cadáveres das mulheres e jovens senhoras, Maduke atirava para matar não se importava quem estava pela frente, se tratava de um homem mau, pistoleiro matador.
Der repente alguém apareceu de um quartinho que havia nos fundos da gleba agrícola, uma jovem saiu pra fora e de mãos pra cima disse aos dois companheiros:

-não me mate não me mate, não tenho culpa de nada disso que você está vendo, foi o bando de Maduke, eles estavam me obrigando os acompanhar, contra minhas vontades, me tinha à força, dessa vez me escondi enquanto eles batiam em retiradas, não se lembraram de mim ainda bem.

- não se preocupe moça, eu te compreendo, vejo que você é do bem, a propósitos de minhas indagações; você está armada? (perguntou Bily com exigência de resposta verdadeira.)

- não... Eu não compactuava com essas atitudes de Maduke, eu sou da paz, gostaria que o senhor tivesse essa certeza.

- sim, acredito sim, agora se quiser pode nos acompanhar até a pequena Ciity, mas primeiro vou pedir que levantasse esse seu longo vestido, preciso ter a certeza que não esta com nenhuma pistola presa em uma de suas pernas, quem sabe você pode querer se rebelar e nos surpreender durante o sono.

-sim, não tenho nada a esconder.

A moça pegou pela barra do vestido e levantou o até a altura da cintura demostrando que não possuía nenhuma arma realmente. Quando Bely e Djek deram com os olhos naquele par de pernas ficaram pasmado de tantas formosuras,  a tantos dias cavalgando nesse deserto sem presenciar nenhuma mulher quando depara com tanta beleza o instinto de macho vem a flora, Bily se manteve calado apesar de tanta admiração, Djek seu amigo sempre de mostrou desequilibrado vendo tudo aquilo diante de seus olhos ficou exaltado dizendo bobagens, pediram que a moça desse uma volta ela obedeceu mostrando a outra face de seu belo corpão, Djek foi aos delírios.

-gostaria que você me entendesse que isso não é um abuso, só estou me precavendo, Maduke é um inimigo mortal e você poderia ser uma estratégia que ele poderia por no meu caminho para dar um cabo em minha vida, sabes como é a lei no western, todo cuidado é pouco... Agora retire seus seios pra fora, não é de se acreditar, mas você poderá ter alguma mini pistola escondida aí. (disse Bily se desculpando dos excessos de revista corporal)

- acho que o senhor já está querendo de mais, não poderia diminuir essas exigências, já de mostrei que não estou armada, só estou aqui servindo suas vaidades, agora quer ver meus peitos, o que há em? Sou uma jovem senhora ainda que viúva nunca me desnudei me para qualquer que seja homem a não ser que seja meu marido, estou envergonhada, não vê que isso não se faz com uma mulher em dificuldade aqui no deserto, primeiro a turma de Maduke, agora vocês, não vou mostrar meus peitos.

- tá bom, tá bom!!!

A moça solitária tinha realmente um belo corpo, de seios lindos que mais parecia um ninho de pombas selvagens, entre aqueles belos melões poderiam até esconder alguma arma perigosa, mas Bily estava preparado, poderia ser uma pistoleira mandada pelo Maduke, pelo sim ou pelo não Bily e Dhek ficaram sempre na expectativa.

- pode descer essa pequena montanha, lá em baixo tem nossa carruagem nos esperando lá na parte baixa da estrada, você poderá descansar e ficar a vontade durante a viaje, enquanto isso vou dar a volta, meu cavalo não consegue descer essas pequenas elevações rochosas. Salete desceu essas pedrarias se equilibrando para não cair, chegou onde estava parada a carroça; pequena carruagem aguardou pelo lado de fora até chegar Bily e Dhjek. Mal sabia Salete que estava escondido ali nos arbustos dois homens de Maduk, vieram na intenção de resgatá-la levar de volta ao bando, Salete também ajudava nos combates, ela era integrante da turma de Maduke, mas queria sair, não participar mais dos Madukes, e agora estava determinada a acompanhar o pessoal do Bily e Dhjek.

Salete percebeu que os arbustos se mexeram, algo estava para acontecer ao mesmo tempo Bily e Dhejk vem se aproximando, também percebeu e em movimento rápidos Salete saca uma pequena pistola que estava escondida nos seios, como um raio de esperteza acertou dois tiros no chacal, eram dois homens, mas um conseguiu se escapar, desapareceu rapidamente, enquanto que o outro foi atingido por dois tiros pela arma de Salete, eram dois homens de Maduke, morte instantânea, Bily e Dhejk perceberam quando Salete retirou a pistola dos seios, aí ficou bem claro o porquê dela não mostrar os peitos na hora da revista que Bily nela fazia. A partir daí, Salete se junta a Bily e Dhjek Ganha de presente um colt, e um cinturão de balas, agora não há mais a necessidade de retirar dos seios a sua minúscula arma, armada e equipada para qualquer que seja eventualidade saem juntos pelo velho West a fim de fazer justiça, Salete revela um dos segredos de Maduke que sabia sem revelar a ninguém enquanto troteava pela estrada que levaria a Bela Cyti cidadezinha que acolhia todos que viajavam nestas pradarias e desertos.

-... Fica na pedra maior, lá bem na curva, tem o pequeno lago uma moita de arbusto, ela está escondida lá, quer dizer, espero que ainda esteja lá dês de quando o bando de Maduke a escondeu é uma bela metralhadora de fabricação caseira, essa é a de número oito, fabricada sobre encomenda pelas mãos do velho Bob Jhon.

- Bob Jhon já morreu, era irmão de meu pai, sempre morou com nossa família, meu querido tio de sangue e coração, quando pequeno presenciei por muitas vezes meu tio trabalhar essas armas e muitas outras, essa metralhadora que você está falando é mais minha que de qualquer outra pessoa. (Disse Bily em momento nostálgico)

- ela adaptara com certeza nessa pequena carruagem, tem dezoito canos e dispara em sentido giratório abastecido pela longa esteira de cartuchos, faz uma completa varredura, se apontada não fica ninguém de pé. (Salete relatando as vantagens de possuir esse brinquedinho mortal )

- Aguardemo-la, mal posso contar esses minutos de por as mãos dessa belezura; obra de arte de meu saudoso tio. ( Bily exclamava com grande apreço a memória de seu querido tio.)

- mais alguns cincos quilômetro ai nós chegaremos espero que ela esteja ainda no mesmo lugar. (disse Bily ansioso por esse presente herdado de meu tio) -

- Sim!... é bem provável, ele não estava com essa arma quando exterminou aqueles colonos, em que eu me apareci para vocês, tá entendendo. (Salete tentando explicar)

- vai dizendo, estou te ouvindo ( Bily divagava os pensamentos enquanto visualizava o horizonte.)

- você viu, foram poucos mortos em doze tiros, eu também ajudei, essa minha pequena arma não é de brinquedo não, já fiz muitos enterros com essa que guardo aqui entre meios esses peitões abençoados que eu não quis mostrar a vocês naquela revista, agora vamos ao que interessa a metralhadora giratória. ( Salete dizia sorrindo, batendo com a mão sobre as grandes mamas bronzeadas exposta em degote queimada pelo o sol do deserto ).

Enquanto a conversa prolongava encurtava o caminho, Bily percebeu que Salete mentiu por três vezes, uma que era de paz, depois dizia que ajudava Maduke nas matanças, disse que não possuía nenhuma arma, mas na emboscada retirou das vestis íntimas uma pequena arma letal, os dois pistoleiros começaram a ficar muito precavido, outra falsidade pode ser fatal. Essa pequena caravana de liderança de Bily se aproxima do local indicado pela Salete, Djek avisa que logo chegaram, deram água aos cincos cavalos enquanto dirigiram onde estava escondida a joia rara que faz dezenas de defuntos em minutos, procuraram entre as pedras capins e folhagens do deserto, deu trabalho para achar, mas achou, estava lá assim como Salete a revelou, inclusive uma boa quantidade de munições, guardadas em uma pequena gruta de pedras, livre da chuva e umidade, Bily e Salete carregaram até a carruagem, esconderam esse brinquedinho entre algumas sacarias vazias na carroça para não dar muito na cara. Mais adiante deixaram o curso da viaje entraram pelas encostas das montanhas até que chegaram a um pequeno desfiladeiro, queriam ficar longe dos olhos de alguém que fossem os surpreender, a intensão desse refugio; testar a metralhadora para ter certeza que está funcionando, e até treinar o manuseio um pouco, já que se tratava de novidades.

Os três cavaleiros chegaram a esse local, descansaram e em seguida se apossaram da metralhadora, posicionaram rumo ao barranco de pedras, carregaram a munições e abriram fogo ao barranco, viram que se tratava de uma arma fantástica, muitos tiros por minutos, assim ficou comprovada, a arma era de ótima qualidade, eles eram três, mas a metralhadora faria os trabalhos de um exército.

Ali montaram acampamento, soltaram os animais nas pastagens e água de um pequeno riacho que formava um grande lago de média profundidade, águas cristalinas, planejavam seguir caminhos pelas metades da tarde, enquanto isso Salete ao perceber a abundância de águas por ali, resolveu se refrescar em um belo banho, se achou que estava sozinha, sem os olhos dos curiosos, Bily coincidência ou não, também descobriu esse manancial, quando ele se aproxima, veja quem está lá primeiro que ele; Salete a nado livre, nua como veio ao mundo, percebeu a presença de Bily, mas não deu importância, aliás, até fez um convite que também entrasse para o banho, nesse momento Salete queria mesmo a algo mais desse pistoleiro, Bily não pensou duas vezes, tirou a roupa e saltou de mergulho, buscou a aproximação, logo se colaram, se beijaram, moça saudável de sexualidade forte, Bily correspondeu as expectativa, no lago ficou a poeira da estrada, enquanto suas almas lavadas e desejos realizados, esse foi o início de muitos outros encontros que virão, apesar de estarem sempre juntos.

Saíram d’água, se vestiram, adaptaram seus cinturões repletos de balas, prontos para detonar contra qualquer forasteiro a que vierem atravessar seus caminhos, não demorou nada para que esse tiroteio viesse acontecer, enquanto Bily e Salete caminhavam pelas trilhas de pedras depararam com um dos homens de Maduke, certeza que ele já o seguia há alguns tempos, se tratava de um daqueles dois que tentava resgatar Salete, esse escapou enquanto Chacal foi morto pela Salete. Bily e Salete fingiram não ver, continuaram a caminhar como se estivesse inocentes, mas a atenção redobrada, a qualquer movimento falso o intruso será um homem morto. Em momento inesperado, o forasteiro saltou atrás de Bily e Salete, Bily deixou que Salete tomasse conta desse forasteiro, já confiava na habilidade da moça, enquanto o forasteiro apontava para Bily, pronto para apertar o gatilho, Salete foi mais rápida, dois balaços fizeram dois buracos na pele do pistoleiro, a moça não errava a pontaria, acertou um na cabeça e outro bem endereçado no coração, esse não tinha mais forças para nada, logo as aves de rapina fara a festa com esse corpo.

General Dener passava por ali, percebia que ali era um local ótimo para Maduke e seus homens se esconderem, paisagem de pequenas elevações rochosas incluindo cavernas e arbustos, General queria os surpreender com uma lição, eles teriam que pagar com a lei seus delitos praticados, em mortes, assaltos e cárceres privados.

Gal. Dener estava pronto para aprisiona-los, mata-los, e leva-los a forca, quando os encontrar os, esses soldados estavam prontos para isso.

Logo se ouve os tiros, foi naquele momento que Salete alvejou aquele que os seguiam, Dener resolveu conferir direito o que estava acontecendo, pretendia descer até aproximar até esse local, vai contornando a montanha de maneira que chegue mais rápido possível, essa era a intenção, patrulhar essa área, mais que depressa reúne seus soldados da cavalaria e começa essa ação. Enquanto isso Bily e seus companheiros verificando esse campo percebem que realmente Maduke e seus homens também estavam por ali, Bily assim que percebeu Maduke também percebeu, estava pronto para o confronto, esse campo de batalha aconteceria a essa planície composta dessas montanha, Bily agora instala a metralhadora giratória e fica na expetativa, os homens de Maduke se aproxima a toda velocidade, a intenção de Maduke é praticar um massacre, si bem que se tratava de oito homens de Maduke contra a três de Bily, mas não sabiam eles que Bily estava de posse da metralhadora giratória pronta para cuspir infinitos projéteis mortais, Maduke gritava com seus camaradas exigindo sangue e dizia:

- mate-os, não dê chances a vida, não poupem os, Bily terá que morrer.

Salete de posse da multe metralhadora deu as respostas merecido lançou fogo, fez uma varredura, dentro de poucos minutos não ficou nenhum ser vivente naquele que vinham em bloco de oito bandidos, só o Maduke não foi atingido, estava mais atrás, Maduke foi o último a tombar por terra, antes de levar a sua bala, foi torturado, imobilizado, Bily disse a Maduke:

- Muito bem Maduke, sei que você queria me encontrar, estou eu aqui, que me diz agora, não está na hora de pagar por esses vários crimes praticados, vou te liquidar, vamos te matar.

Maduke percebeu que agora estava em suas últimas horas, minutos, mas não se intimidou, dizia em alta voz ordenando que o matasse:

- Então me mate, acaba logo com isso, me matem logo seus porcos imundos, vamos logo atirem, acabem logo com isso, agora estou só, todos meus homens já foram mortos.

Salete estava dentro da carruagem, ouvia tudo, mas logo saltou para fora e se aproximou desse embate.

- então você quer mesmo morrer Maduke, depois que matou tantos por aí, agora deseja morrer.

- ha... É você que tá aí maldita?

- Sim!... Sou eu sim e esse trabalho que meus amigos ainda não completaram, quero ter o prazer de fazê-lo.

Salete apontou o revolver para a cara de Maduke enquanto o mesmo caia de joelho prostrado em sua frente, Maduke gritava alto:

- mate-me ordinária. cadela de sete crias, se é isso que você quer, aperte logo esse gatilho.

Bily balançou a cabeça ordenando, Salete efetuou dois disparos, um no peito e outro na cabeça, região da face, Salete também tinha uma divida com Maduke, essa vingança foi muito prazerosa, ele havia matado toda a família de Salete, agora está tudo certo, não deves mais nada.

Logo escutaram a corneta do General tocando alto, a cavalaria se aproximavam, General Dener apeou da montaria e passeou por entre os cadáveres, verificou todos mortos, conferiu os despojos de Maduke, olhou para Bily e disse em breves palavras: - Bom trabalho rapazes, nem precisei sujar minhas mãos, vocês foram categóricos.

General montou, recolheu seus companheiros e se uniu com Salete, Djek e foram em frente até chegar a Bela City.

a/h/p* 02-12-2019.
Antonio Portilho
Enviado por Antonio Portilho em 02/12/2019
Reeditado em 04/12/2019
Código do texto: T6809409
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