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Sobre a autora
Kainha Brito
Imperatriz - Maranhão - Brasil
522 textos (17976 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 24/05/19 21:50)
Kainha Brito

Textos do autor
Perfil
Sejam bem vindos


Obs: Kainha, é o meu apelido
De infância e Brito vem da
Família de minha mãe sou
Neta de dona Rosa Brito
De Dom Pedro MA meu
Nome mesmo é Maria Do
Soccorro P. S. Não gosto
Desse nome e ele só é
Usado em documentos, por
Ser obrigatório sempre fui
chamada, pelo meu apelido
Kainha. S
ou divorviada e
Tenho uma alma alegre, livre e

Eternamente menina...


Nasci na mata, no interior do Maranhão em um
Lugar chamado Alívio. Não está no mapa, mas
Jamais o esqueci. Lá não tinha energia elétrica
E nem água encanada, nada sofisticado, havia Por lá, mas tinha a natureza com toda sua Exuberância e beleza e isso me bastava para Viver e sonhar. E quanto a água, tinha em Abundância, em poços e minas de águas puras e
Cristalinas, que saciavam a sede dos que viviam por lá.
Naquela terra exótica e escondida entre as matas, sob o canto e o encanto dos pássaros a felizes a cantar. Onde se ouvia o arrulhar das águas, do Igarapé e dos córregos que banhavam o meu sertão e as gotas
De orvalhos sobre as folhas, com sua transparência, inundando de emoção. Assim, caminhava uma menina, entre orvalhos, chuvas ou neblina, pés descalços sentindo o calor
Do chão e por aqueles caminhos brinquei, por
Áquelas águas nadei, me encantei e pelas matas, àguas, pássaros e por toda a natureza eu tinha fascinação. E em noites de lua bonita, o luar era encantador e poemava as noites de lá.
Plácidas noites, enluaradas, Nos confins daquela
Terra onde essa poetisa, começava rimar. Meus
Primeiros, rabiscos, foram feitos sob uma tênue
Luz de lamparina ou debruçada sobre uma janela
Onde minha alma menina com ares de cinderela,
Vivia a sonhar. E já sentia a alma da poesia com
Sua doce magia, entrelaçando-se à minha, com os
Mistérios advindos, das penumbras venosas,
Inseridas nas negras noites de lá. E o encanto
Jamais esquecido, as sendas percorridas, pés
Descalços, a sentir o chão, correndo pelas
Veredas, sentindo as fortes batidas, do meu
Ávido coração. A pressa para chegar em casa
e não apanhar, me fazia derrapar e tantas vezes
Cair ao chão, mas alçava voo, cabelo solto
ao vento, adentrando a beleza, da exuberante
natureza, daquele meu sertão. Tenho saudade
das lindas e doces aventuras dos ares de
ternura, que vivi por lá sensações iguais,
não pude jamais, senti-las por cá. Que lindas
E esplendorosas entranhas, daquele meu
Mato, inesquecíveis regatos, a me encantar.
Naqueles tempos primeiros, belos e fecundos!
Fascinante era o mundo em meu
Inesquecível habitat

Agradeço sua visita
Bjos de luz


Kainha Brito
Direitos Autorais Preservados


Última atualização em 24/05/19 21:50