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Sobre o autor
Léo Bargom
Brazlândia - Distrito Federal - Brasil, 59 anos
1018 textos (123294 leituras)
12 áudios (478 audições)
1 e-livros (344 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 03/07/20 10:09)
Léo Bargom

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Perfil
SOU LÉO, SOU NOËL...

Sou do sertão, sou do Pajeú,
Sou lá das bandas de Brejinho,
Sou faca cortante, rio doce,
Sou de Itapetim, sou passarinho,
Sou onça pintada, Canguçu,
Sou o olhar, que parece sozinho.

Sou Léo Bargom…

Sou trabalhador, cabra da peste,
Sou de Tabira, das Ingazeiras,
Sou a coragem que nunca esmorece,
Sou de Tuparetama, de Carnaubeira
Sou sertanejo que nunca esquece,
O sertão, sou brabo, sou rasteira.

Sou Léo Pajeú…

Sou o punhal que estremece,
Sou de Quixaba, Serra Talhada,
Sou a valentia, o festeiro da quermesse,
Sou de Carnaíba, de Mirandiba,
E engrandeço esse sertão profundo
Com a poesia, o aboio, e a cantiga.

Sou Noël Semog…

Sou a cantoria que brota alegria,
Em Calumbi, Floresta e Flores,
Na goela de todo embolador.
Que canta em versos suas dores.
Sou aboio do vaqueiro encantador,
Que conduz o gado e seus amores.

Sou Léo Bargom…

Sou a lenda, sou a história,
Dos Cangaços do sertão,
Que beira o velho Pajeú,
Em Triunfo e Solidão,
Sou a resistência e a gloria,
Sou o caroço no chão.

Sou Léo Pajeú…

Sou filho do alto Pajeú,
Sou de Triunfo, de Santa Terezinha,
Sou da caatinga, do gosto do umbu,
De Iguaraci, onde ficava minha casinha,

Por certo em Irajaí, Coruja, meu torrão,
Nesse sertão onde tudo se avizinha.

Sou Noël Semog...


LÉOs e NOËL...
         Bondoso e tranquilo por natureza, eu sou essencialmente realista, embora meu adereço esteja na casa do amanhã.
          Observe-me durante um bom bate-papo:
·         Mesmo que o assunto seja política, esportes, cavalos, autores, pianos, cata-ventos ou até rezadores, esse sou eu que pareço mentalmente a um milhão de milhas de distâncias.
·         Sou o tipo de pessoa que tem o dom de fazer as mais incríveis afirmações e ações nas ocasiões mais imprevisíveis.
·         Raramente preocupado em saber se minhas roupas ou calçados são apropriados para a ocasião, apareço de pés descalço e vou rir de você por estar rindo de mim.
·         Sou um rebelde natural. Por isso, acredito numa mudança violenta, mas deixo a violência para os outros. Isso não quer dizer, em absoluto que seja eu um covarde físico ou moral. Apenas não fui engrenado para combater.
·         Sou ligado a atividade onde possa desenvolver-se espiritualmente, vago por entre nuvens imaginárias enquanto os simples mortais ficam a imaginar o que eu estaria fazendo ali. Daqui cem anos, talvez, pensem como eu.
·         Ao meu lado, a vida é plena de mudanças, controvérsias e acontecimentos inesperados já que minha linha imaginária caminha entre o gênio e a loucura. Em minha vida sempre haverá o motivo para o prestígio, nem que seja um troféu esportivo ou placa de metal por ser a pessoa mais admirável do bairro.
·         Em caso de ciúmes, eu nunca cederei as suas insinuações. Saberei derrubar as mascaras de representação com conclusões há muito estudadas.
·         E ao esquecer o dia do seu aniversário, trarei violetas em outro dia. Ou dentes-de-leão como se fossem violetas.
·         Ano Novo? Quem disse que tem de ser no dia 1.º de janeiro? Pode ser a qualquer momento que você queira. Desde que esteja livre às surpresas desse seu louco amigo.

 
BIOGRAFIA
 
LÉO BARGOM, NOËL SEMOG, LÉO PAJEÚ E LEONIRES BARBOSA GOMES
 
                    Leonires Barbosa Gomes (Léo Pajeú) nasceu em Iguaracy-PE, a 5 de fevereiro de 1961. Antes de completar 10 anos de idade, os seus pais levaram-no para Brasília onde permanece até hoje.
       Cresceu por entre livros, gibis e outros tipos de leituras, gosto incutido em si pela mãe desde a tenra idade. Da leitura à escrita foi um longo passo, e foi no ciclo secundário que começou a criar poesias. Aos 15 anos passou a conhecer melhor a ditadura brasileira e sofrer influência dos escritores e grandes festivais de músicas.
      Com 17 anos iniciou a aventura de escrever uma poesia, mas a noção de que lhe faltava vocabulário, conhecimento e vivência levaram-no a reconsiderar tal tarefa. Era ainda novo para tal empreendimento.
     Seguiram-se anos de constante mudança: cumpriu o serviço militar, neste período escreveu suas primeiras poesias e editou um pequeno livro de bolso artesanalmente usando uma máquina de escrever Olivetti Lettera 32. Livro que infelizmente foi furtado de seu armário dentro do quartel, causando-lhe grande mágoa, destas poesias só havia cópias de três, perdendo outras dezessete que fugiram de sua mente e seu domínio. Teve inúmeros empregos, até que aos 30 anos, casou. Do seu casamento nasceram duas filhas: Emanuelle Gomes Bonifácio e Kamilla Gomes Bonifácio e um filho João Paulo Gomes Bonifácio. Dois netos: Arthur Monte Bonifácio e Dante Bonifácio. Cursou Graduação em Educação Física, pela Faculdade Albert Einstein e Especialização em Educação Física Escolar, pelas Faculdades Integradas de Jacarepaguá-FIJ.  Atualmente é Agente de Gestão Educacional - Secretaria de Estado da Educação, voluntário como Treinador - Clube dos Corredores de Brazlândia.  Tem experiência na área de Educação Física, com ênfase em Treinador de Atletismo, atuando principalmente nos seguintes temas: atletismo, condicionador físico, personal trainer, esporte base, educação física, pesquisa, internet, escritor de histórias e contos diversos, poeta nacional e internacional. A criação literária tinha deixado de lado até os 50 anos, depois de seu cinquentenário a escrita virou uma atividade constante que vive lado a lado com a vida profissional e social.
    Para o autor a escrita é como uma confidente, onde desabafa e cria pequenas construções com palavras para relembrar a si mesmo e aos que o leem a beleza que o mundo tem para nos dar. Através da escrita exorciza medos e frustrações, alegrias e conquistas, devaneios e prazeres, e assim há três anos surgiram “Contos Sobrenaturais ou Supernatural Tales, Lendas Urbanas, As aventuras de Pedro Beato, Corpo Seco e a Legião de Zumbis, Lendas Brasileiras de Suspense e Terror, Pesadelos, Terror na Cobertura, entre outros”, obras de mais fôlego onde o autor mistura com maestria, ficção, terror e suspense, dando-nos a sentir um pouco da aragem perdida que é a juventude, além das publicações de suas Monografias e de livros técnicos sobre Atletismo e Condicionamento Físico, esporte e atividade que  gosta de trabalhar e que lhe dar muito prazer.
          Como gosta de escrever, e nessa vontade escreve o que vem na cabeça, acaba escrevendo de tudo um pouco, começando com poesias, depois contos de suspense e terror, pela origem, coisas do sertão, e depois atendendo pedidos, começou a escrever romance, história infantil e por aí vai...
          O primeiro pseudônimo foi Léo Bargom, (abreviação de Leonires Barbosa Gomes) estava escrevendo pequenos contos de Suspense e Terror, havia uma boa aceitação nas redes sociais, até chegou a publicar o primeiro livro “Supernatural Tales” – Editora América Star Books. Teve que parar um tempo e depois decidiu voltar com o pseudônimo de Noël Semog, (Leon Gomes ao contrário), ficou algum tempo usando esse pseudônimo, escrevendo poesias, sonetos e cordéis, percebeu que não podia parar de escrever, então adotou um novo pseudônimo, Léo Pajeú, Léo é seu apelido, que vem do nome Leonires e Pajeú é uma relação e homenagem a região onde nasceu, o Alto Pajeú, nunca o incomodaram com esses pseudônimos, nem também teve a necessidade de excluí-lo  de sua vida de escritor, autor, poeta, contista, cordelista, etc...
          Por esta razão, usa um pseudônimo para cada época que se identificou com os textos, Léo Bargom assume como autor de contos de suspenses, mistérios e terror, Noël Semog assume como autor das poesias, sonetos, cordéis, etc., e Léo Pajeú assume como autor dos romances, histórias infantil, juvenil, júnior e adultos, Leonires Barbosa Gomes continua como autor dos livros técnicos, didáticos e educativos.

 

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Última atualização em 03/07/20 10:09