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Sobre o autor
Alonso Rodrigues Pimentel
Goiânia - Goiás - Brasil, 59 anos
2831 textos (145722 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 17/09/19 18:18)
Alonso Rodrigues Pimentel

Textos do autor
Perfil
Sou natural de Mimoso de Goiás, uma das menores cidades do Estado de Goiás, encravada no entorno de Brasília, próxima a Padre Bernardo e Formosa. Sou agente de polícia de Classe Especial aposentado por tempo de serviço. Sou escritor e poeta desde 1990 quando publiquei o meu primeiro artigo em jornal. Até 2003 colaborei com alguns jornais; e desde 2008 só escrevo em sites próprios na internet. O meu sonho de ser poeta vem desde 1978, quando tinha 18 anos e rascunhava os primeiros poemas. Tenho 18 livros publicados, sendo 05 de poesias sacras, 10 de poesias amorosas e 03 de frases filosóficas. O meu objetivo é publicar os meus escritos e ser reconhecido, que é o sonho de todo escritor e poeta.

Alonso Rodrigues Pimentel, nome completo pelo qual assino meus livros e outras publicações; sou brasileiro, solteiro, agente de polícia aposentado, natural de Mimoso de Goiás, nascido em 13-08-1960, filho de Odom Rodrigues Pimentel e Maria Conceição Rodrigues (ambos falecidos), residente em Goiânia desde 1970. Até os 20 anos trabalhei de pedreiro na construção civil. Sou ex-soldado e ex-cabo da Polícia Militar do Estado de Goiás. Voltei aos estudos em 1983 depois de 07 anos para concluir a 8ª série do antigo primeiro grau e no ano 1991 Bacharelei-me em Direito pela FESURV – Fundação de Ensino Superior de Rio Verde, Goiás. Em 30-01-1990 publiquei meu primeiro artigo na seção cartas dos leitores do jornal O Popular; e até 2003 publiquei cerca de 100 textos, onde enfatizei palavras e lançei algumas frases, como por exemplo: o clima está quente, aí a coisa vai pegar fogo, acirrada disputa, é bom lembrar, banho quente, pedaço de terra, baixos salários, reforma agrária já, futuro secretário, política agrícola, Senna sempre, Copa 94, Eleições 94, torcedor fanático, assassino confesso, a golpes de barra de ferro, chover forte, pelo andar da carruagem, força política e quebra-quebra, inserida no artigo "O porquê das manifestações populares", publicado no site recanto das letras em 19-06-2013. Desde 2008 publico meus textos em páginas próprias na Internet. Meus artigos e crônicas são relacionados ao cotidiano e sobre assuntos diversos, como esporte, política e filosofia. Em 1995 publiquei meu primeiro livro. Tem 18 livros publicados, sendo 10 de poesias amorosas, 05 de poesias sacras e 03 de pensamentos filosóficos.



Livros publicados:

Caminho de Luz, poesia, temática lírico-religiosa,
Editora Kelps, Goiânia, Goiás, 1995;
De Volta ao Paraíso, poesia, temática lírico-religiosa,
Editora Kelps, Goiânia, Goiás, 2000;
Sentimentos de Fé, poesia, temática lírico-religiosa,
Poligráfica, Ap. de Goiânia, Goiás, 2001;
Aliança de Amor, poesia,temática lírico-amorosa, Gráfica
UFG, Goiânia, Goiás, 2002;
Sentimentos de Amor, poesia, temática lírico-amorosa,
Gráfica UFG, Goiânia, Goiás, 2002;
Minha Igreja, Nossa Igreja, poesia, temática lírico-
religiosa, Gráfica Renascer, Goiânia, Goiás, 2007;
Por Um Grande Amor, poesia, temática lírico-amorosa,
Gráfica Renascer, Goiânia, Goiás, 2007;
É Tempo de Amar, poesia, temática lírico-amorosa, Gráfica
Renascer, Goiânia, Goiás, 2007;
O Mundo é Uma Escola, pensamentos filosóficos, Gráfica
Renascer, Goiânia, Goiás, 2009;
O Mundo é Uma Escola II, pensamentos filosóficos, Gráfica
Renascer, Goiânia, Goiás, 2009;
Mimoso de Goiás, poesia, temática lírico-amorosa,
Poligráfica, Ap. de Goiânia, Goiás, 2009;
O mundo Conjugal, poesia, temática lírico-amorosa,
Poligráfica, Ap. de Goiânia, Goiás, 2009;
Círculo do Amor, poesia, temática lírico-amorosa,
Poligráfica, Ap. de Goiânia, Goiás, 2010;
Sentimentos Mútuos, poesia, temática lírico-amorosa,
Poligráfica, Ap. de Goiânia, Goiás, 2010;
Almas Gêmeas, poesia, temática lírico-amorosa,
Poligráfica, Ap. de Goiânia, Goiás, 2010;
O Mundo é Uma Escola III, pensamentos filosóficos,
Gráfica Renascer, Goiânia, Goiás, 2010;
Aliança com Deus, poesia, temática lírico-religiosa,
Poligráfica, Ap. de Goiânia, Goiás, 2011, Goiás;
Fogo e Paixão, temática lírico-amorosa, Editora Kelps,
Goiânia, Goiás, 2012;
Caminho do Amor, temática lírico-amorosa, inédito...

07 livros inéditos

Membro da UBE/GO - União Brasileira de Escritores - Seção
de Goiás - http://www.ubebr.com.br/associados

Websites:

http://www.facebook.com/alonsopimentel1?ref=profile
http://www.youtube.com/user/alonsopimentel
http://br.linkedin.com/pub/alonso-pimentel/23/7/199
http://twitter.com/PimentelAlonso



Minha origem

O meu avô, pai do meu pai, se chamava Justiniano Furtado
Mendonça, natural de São João da Aliança, Goiás, tinha um
pedaço de terra no município de Mimoso de Goiás outrora
distrito de Niquelândia, onde plantava e criava algumas
cabeças de gado; teve 03 mulheres e 11 filhos; morreu aos
44 anos de AVC - Acidente Vascular Cerebral, vulgarmente
chamado de derrame cerebral; não o conheci pessoalmente.

A minha avó Donatila Rodrigues Pimentel, natural de São
Domingos - GO., teve 08 filhos com o meu avô Justiniano,
e morreu aos 52 anos de derrame cerebral. Herdamos o
sobrenome de minha avó, por ela não ser casada
oficialmente com o meu avô.

O meu avô Justiniano abandonou a minha avó Donatila com
os 08 filhos ainda pequenos para viver com outra mulher,
com quem não teve filhos. A minha avó com o trabalho de
costureira sustentou os seus filhos até eles criarem asas
e poderem voar. O meu pai e os meus tios não herdaram
bens de meu avô por não serem filhos legítimos conforme a
lei da época.

E o meu avô, pai de minha mãe, de nome Febrone José
Martins, natural de Mimoso de Goiás outrora município de
Niquelândia - GO. também tinha um pedaço de terra onde
produzia para o sustento da família; teve 08 filhos com
minha avó Santina Lucas de Almeida, também natural de
Mimoso de Goiás. Meu avô Febrone morreu aos 89 anos de
insuficiência cardíaca, e minha avó Santina morreu aos 55
anos de parada cardíaca em consequência de doença de
chagas.

O meu avô Febrone era conhecido na redondeza por ser guia
de folia, exímio repentista, compositor e cantador de
modas de viola. Tinha uma voz grave de dar inveja. Aos 60
anos de idade sofreu um derrame cerebral e ficou inválido
até a sua morte em 2005.

O meu pai Odom Rodrigues Pimentel, aos 17 anos de idade
após engravidar minha mãe Maria Conceição Rodrigues então
com 13 anos, fugiu com ela; mas voltaram e se casaram
como era costume na época. 03 irmãos das duas famílias se
casaram entre si, ou seja, o irmão de meu pai casou-se
coma irmã de minha mãe e a irmã de meu pai casou-se com o
irmão de meu pai. Os meus dois irmãos (um casal) mais
velhos que eu morreram ainda pequenos. Meu pai nasceu em
1936, minha mãe em 1940 e eu em 1960.

Os meus pais por não terem terras na região, saíram.
Gerenciando fazendas meu pai chegou a adquirir vários
imóveis e se tornar comerciante em uma pequena cidade.
Mas pela inexperiência no ramo, faliu. Com 05 filhos e
sem dinheiro desembarcou em Goiânia no ano de 1970.
Aprendeu várias profissões; aposentou-se como pedreiro e
morreu em 2004 aos 67 anos de derrame cerebral. Minha mãe
aprendeu o ofício de costureira, e morreu em 2003 aos 62
anos de câncer nos rins que se espalhara (metástase) por
todo o corpo.

Comecei a trabalhar com 09 anos como engraxate de
sapatos. Com 12 anos trabalhei de cobrador de ônibus,
época que menor podia ter carteira de trabalho. E com 14
anos passei a trabalhar de servente de pedreiro. Dos 16
aos 20 anos trabalhei de pedreiro. Em janeiro de 1981
entrei para a Polícia Militar do Estado de Goiás, onde
permaneci até 1986 com o posto de cabo PM. Em novembro de
1986 ingressei na Polícia Civil de Goiás com cargo de
Agente de Polícia. E em 17-09-2008 me aposentei por tempo
de serviço.

Ainda na Polícia Militar, em 1983, voltava aos estudos
depois de ficar 07 anos longe da escola. Em 1984 concluí
o antigo 2º grau. Em 1991 me formei em Direito pela
FESURV - Fundação de Ensino Superior de Rio Verde. Entre
os anos de 1986 a 2002 morei e trabalhei na cidade de Rio
Verde – GO, onde contatei com escritores e poetas e
participei de eventos culturais. Em 30 de janeiro de 1990
publiquei meu primeiro texto em um jornal de grande
circulação com o título “O governo Sarney”. E em 1995
publiquei meu primeiro livro de poesias sacras intitulado
Caminho de Luz.

Sou uma pessoa simples, vindo de uma família humilde.
Minha mãe era muito religiosa, evangélica assídua, cheia
de esperança, aprendeu a ler algumas palavras na igreja.
Meu pai não era religioso, mas tinha muita fé em Deus;
tinha pouco estudo, nunca teve vícios; teve mais 05
filhos com outras 04 mulheres, sendo 04 mulheres e 01
homem. Meus pais foram exemplos para nós (filhos), e
deixaram boas lembranças. Em meio às dificuldades,
aprendi a lutar.

Tenho 18 livros publicados, sendo 05 de poesias lírico-
religiosas, 10 de poesias lírico-amorosas e 03 de frases
filosóficas. Tenho uma centena de textos publicados em
jornais e na internet. Em alguns desses escritos eu
lancei algumas frases como, por exemplo: o clima está
quente, aí a coisa vai pegar fogo, é bom lembrar, banho
quente, pedaço de terra, baixos salários, reforma agrária
já, futuro secretário, política agrícola, Senna sempre,
Copa 94, Eleições 94, assassino confesso, torcedor
fanático, a golpes de
barra de ferro, pelo andar da carruagem e força política.
Tais frases foram usadas para completar um pensamento e
dar ênfase.

A obra de um escritor ou poeta revela traços de sua
personalidade, como perfeição, inquietação e desleixo. Na
poesia a comunicação com o leitor é através de uma
linguagem objetiva (denotação) ou subjetiva (conotação).
A introspecção e a concentração acompanham quem escreve,
devido a imaginação e sensibilidade. Ou seja, é preciso
estar tranquilo, sem preocupação e em sintonia com o
mundo interior e exterior.

Sou um sonhador e realista ao mesmo tempo. Pois sei que a
vida não é feita de sonhos, mas de realizações. Os
obstáculos fazem parte da nossa luta e do nosso
aperfeiçoamento. Sei que um escritor precisa de
informação e imaginação, e que um poeta de meditação e
sensibilidade. Um poeta pode ser um escritor, porque toda
poesia é ficção; mas um escritor não pode ser poeta,
porque nem toda obra de ficção é poesia. Por isso sou um
aprendiz de escritor e poeta.


Última atualização em 17/09/19 18:18