Sobre a minha escrita.
Com palavras se vestem dores, saudades. São as palavras, as que refletem no espelho da vida que nos fazem sentir a vida de perto, na pele, na alma.
Quando se dança com a saudade e se passeia com a sombra. Quando é imperativo que a alma transborde, torna-se constante o calar das vozes que nos habitam.
É na flexibilidade, na vulnerabilidade, na expansão e nudez de coração que eu encontro a minha saída, a minha cura para esta condição de estar viva.
Na origem de cada sonho pode estar um pesadelo, na origem de cada ferida, está também a cura. Basta que alma se recolha, respire e aceite.
Terei eu a coragem de encontrar a cura exatamente onde se encontra a ferida?
Ruth Collaço
Facebook À Papoila borboleta de Ruth Collaço in: Ginguba com Açúcar