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Sobre o autor
Mingau Ácido (Marcelo Garbine)
São Paulo - São Paulo - Brasil, 42 anos
99 textos (9097 leituras)
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(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 14/10/19 20:39)
Mingau Ácido (Marcelo Garbine)

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Perfil
Marcelo Garbine



Escreve crônicas de humor, poesias, letras de músicas, textos motivacionais, dicas gramaticais, stand up comedy, dentre outros gêneros literários. Compõe com diversos músicos. Adotou o alter ego Mingau Ácido para assinar as suas crônicas de humor. Aos três anos, já ditava estórias para a sua mãe escrever em folhas de papel almaço e grampeá-las em formato de livrinho, com direito à capa, título e nome do autor. Na adolescência, ganhou os seus primeiros concursos de redação e poesia. Publicou os seus primeiros livros aos dezessete anos de idade e escreveu os seus primeiros textos para rádio e jornal aos dezoito. É graduado em economia e Servidor Público do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Já atuou em diversos trabalhos voluntários, inclusive lecionando e utilizando suas composições como alicerce didático. Redige textos para rádios, revistas e jornais.
 
Mingau Ácido 
 
Mingau Ácido rasteja-se e corre - humilhantemente - a sacolinha, implorando encarecidamente para que vocês o sigam no Twitter (@mingauacido e @marcelogarbine). No Facebook (Marcelo Garbine Mingau Ácido) você será recebido de braços abertos e, se do sexo feminino fosse, apelaria ao ponto de ficar de pernas abertas também. Quando criança, Mingau Ácido sofria bullying na escola por ser herege, abominável e escrotinho. Foram tantos os traumas de infância que Mingau pouco evoluiu, conservando hábitos pueris, como o de comer mingau, compulsivamente. Mingau Ácido poderia estar roubando, poderia estar matando ou poderia estar comendo a sua mulher. Mas não, Mingau Ácido está aqui, suando e trabalhando duro, escrevendo suas crônicas de humor ácido para, depois, passar por baixo de uma catraca de ônibus para vendê-las a preço de banana para comprar feijão ou disponibilizá-las gratuitamente, aqui, no site, para ganhar brisa na alma. Mingau Ácido já tomou três bolsadas na cara, enquanto fazia suas compras, no supermercado, de respeitosas senhoras ofendidas, que leram as suas crônicas, viram as suas fotos e reconheceram-no. Freud explica por que Mingau Ácido sempre comeu mingau, no café da manhã, com tanta frequência a ponto de incorporar esta alcunha. E Lavoisier explica por que Mingau Ácido é ácido, correndo o risco de corroer a mandíbula de todos os que cometerem a imprudência de ingerir os seus chocantes escritos. Se mesmo assim, quiseres deglutir as palavras malversas de Mingau Ácido, não aceitaremos devolução, mesmo porque isso seria muito nojento.


Última atualização em 14/10/19 20:39