Wedding Message to Dave and Angie Lynch

Publicado por: Dalva Agne Lynch
Data: 23/04/2008
Classificação de conteúdo: seguro

Créditos

message by Dalva Agne Lynch, read by the author
Copyright © 2008. Todos os direitos reservados.
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(versão em português abaixo do original em inglês)

Wedding Message 

to Dave and Angie Lynch - 26/01/2008



Dalva Agne Lynch



You´ve asked me to write you a poem for your wedding day. But I have already written this poem 30 years ago, in a dreary winter night, as snow swirled outside my window. And as I held you in my arms, I prayed the Eternal would give you not fame and fortune - those were yours to seek. I prayed He´d give you love.
 
Yet you grew up alone, and with my heart´s eyes  I saw a small little boy sitting in  the corner of a garden, crying out for home.
 
You didn´t know then, but Heavens answered you at that very same instant, and in a far and distant land another mother began writing the second stanza to my poem - a stanza with loving hands, a heart of mercy and big laughing eyes.
 
So it was that once upon a time, in the midst of man´s War, a brave and truthful soldier met a beautiful fairie girl surrounded by little children, and found in the depts of her blue eyes everything he needed, everything he had been seeking for. In his strong hands she found everything she had yearned for. 
 
Now the day has come for that poem written by two different women at two different times, in two different countries, to be made into one. Yet none of us will be there to see it happen. No matter - life is now yours to live. Our poem has gone out of our hands to be entirely yours.
 
And as I sit here before my lighted screen thinking of you, the only thing that comes to me is the memory of a small little boy seated in the corner of a garden, and of a mother giving birth to his prayers.
 
Because today, in laughter and joy and song, my soldier boy is  finally coming home.

Versão em Português


Mensagem de Casamento

para Dave and Angie Lynch 26/01/2008


Dalva Agne Lynch





Tu me pediste que escrevesse um poema para teu casamento. Mas eu já havia escrito esse poema, trinta anos atrás, numa escura noite de inverno, enquanto a neve soprava fora de minha janela. E quando te segurei nos braços, rezei para que o Eterno te desse não fama e fortuna - estes cabe a ti buscar. Rezei para que Ele te desse amor.
 
Contudo cresceste só, e com os olhos do coração eu vi um menininho sentado no canto de um jardim, chorando para voltar para casa.
 
Tu não sabias na época, mas os Céus te responderam naquele mesmo instante - e, num país distante, outra mãe começou a escrever a segunda estrofe do meu poema. Uma estrofe com mãos de amor, coração de misericórdia e grandes olhos risonhos.
 
E foi assim que, certa vez, em um reino muito distante, no meio da Guerra dos homens, um soldado verdadeiro e cheio de bravura encontrou uma linda menina-fada, cercada por criancinhas. E no fundo dos seus lindos olhos azuis ele encontrou tudo o que precisava, tudo o que havia buscado. E nas mãos fortes dele, ela encontrou tudo o que desejava. 
 
Agora chegou o dia daquele poema, escrito por duas mulheres diferentes, em duas épocas diferentes, em dois reinos diferentes, tornar-se um só. Contudo, nenhuma de nós duas vai estar presente. Não importa - a vida é agora de vocês. Nosso poema saiu de nossas mãos, para ser inteiramente de vocês dois.
 
E enquanto eu me sento aqui pensando em vocês, frente à tela iluminada do computador, a única coisa que me vem é a memória de um menininho sentado no canto de um jardim - e de uma mãe dando à luz às sua oração.
 
Porque hoje, em riso e alegria e cânticos, meu menino soldado está finalmente voltando para casa.

 
Dalva Agne Lynch
Enviado por Dalva Agne Lynch em 12/05/2008
Reeditado em 09/12/2011
Código do texto: T986250
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