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Uma prova de força.
O que é vida? Deixa que eu mesmo  dou-lhes as respostas, vida ninguém quer perder, ninguém quer morrer, dês dos menores insetos até os maiores paquidermes, tanto a mais nojenta barata, até o elefante, ambos são exemplos de relutância para a sobrevivência, um elefante enfurecido fugindo das armas dos caçadores em últimos recursos, aí faz uso de suas forças sai por aí quebrando tudo, muito difícil de controlar e doma-lo, ciente do estrago que fora feito, tenta fugir da morte evitando um balaço de grande calibre, o elefante apesar da passividade também tem seus momentos de revoltas, se rebela contra o ser humano que muita das vezes tentam abate-los com armas de fogo ou escraviza-los. No mundo animal todos os seres existentes lutam para a sobrevivência, isso até no universo infinito não visto a olho nu de vírus e bactérias.  
Um dia aparece um barata em um consultório, sala de espera de senhoras gestantes, foi uma correria, o bicho nem precisou ameaçar ninguém, todas as mulheres ali esperando ser atendidas enquanto também espera seus bebês formaram enormes gritarias, a baratinha coitada se escondeu atrás do forro do sofá dessa sala temendo ser atingida por alguma dessas sandálias, mas na verdade essas senhoras estavam tão medrosas que superava pelo pavor da presença desse inseto, na verdade a baratinha corria para se esconder tomada de muito medo de ser morta, de mostra que todos os seres vivos foge da morte, nenhuma dessas senhoras tiveram coragem de enfrentar o pequeno bicho. As vezes alguns animais não entendendo a lógica do homem até perde se a vida correndo da morte, bem assim aconteceu com a ratazana, se desviava dos pneus dos carros quando se viu no meio da rodovia, tentou se esquivar da morte, mas foi esmagada pelas rodas do automóvel, isso foi inevitável, a vida da ratazana não vale nada diferente do ser humano, quando está em perigo de morte, sempre há alguém para socorrer, no incêndio no edifício a brigada do corpo de bombeiro existe para salvar vidas, a defesa civil nos casos das catástrofes até grandes mutirões de médicos e cientistas se unem para esses socorros, nos incêndios vítimas gritam desesperadas em meio as labaredas e fumaças pedindo socorro.  Todos lutam para sobreviver, e o governo federal tem como obrigação levar recursos para ajudar salvar essas vidas.
Vidas, palavra simples assim como ela é, quem nos deu, qual foi o princípio de tudo isso que nasce do nada, um espermatozoide em momento de um acasalamento em seres da mesma espécie, aí em momento de uma grande explosão inicia-se  a vida, um ser surge em desenvolvimento dentro de um outro organismo formando um novo ser; filho em uma célula mãe fêmea, diferente dos seres micro organismos.
Entre a idade a contar de que nascem até os cem anos, com exceção até quinze anos após completar um século que acontece com raridade.
Imagino a vida como um presente muito valioso se fosse converterem em cifras o valor seria imensurável de embalagem extremamente protetora de seu conteúdo, só a morte pode violar a vida violando o involucro que protege essa joia mais que preciosa. Entre esses mesmos seres, acontecem de promover a morte entre os seus descendentes até por defeito próprio em criação, mães que devoram suas crias, até entre seres humanos que devora seus próprios semelhantes; antropófagos. As células devoram as próprias células provocando chagas profundas em um organismo, mesmo que vidas devorando vidas, nesse momento, todos vão dar as costas par nós, todos da plateia se retiraram, terminou os diálogos dos roteiros, as cortinas se fecharam, logo as luzes se apagaram, tomaremos as portas do fundo, enquanto os espectadores, saíram pelas portas da frente, terminou a história nesse cenário, até agora a pouco éramos luzes que brilhávamos constantemente, agora terminou os aplausos nesse espaço de cadeiras vazias de completa escuridão, nossa estrutura corpórea deterioram como um peixe fora d’água fria no decorrer de algumas horas debaixo do sol, o mau cheiro dessas carnes necrosada alerta que todos  devem manter as distâncias, esquecer das horas memoráveis fútil, levando em contas só momentos de triunfos e alegria enquanto vida nesse morto.
Assim perdemos a vida, por motivo de morte natural, acidente automobilístico e outra infinidade de causas, como o encerramento de uma peça teatral, agora a vida chegou a fim.
Antherport./ 08/5/20* 
Antonio Portilho
Enviado por Antonio Portilho em 08/05/2020
Reeditado em 08/05/2020
Código do texto: T6941071
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Antonio Portilho
Andradina - São Paulo - Brasil
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