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OS BANTUS

Neste artigo quero mostrar para os leitores que o tempo nos faz refletir sobre o conceito de memória na evolução humano em se tratando da brasileira em especial, sua historicidade, pois, sabemos que faz-se necessário tornarmo-nos determinantes por vivermos numa sociedade com pensamentos comuns numa diferenciação sócio-político desigual e, neste contexto resgatarei nossa historicidade no espaço pequeno, é, por assim dizer, porque nossa cultura centralizada na sua população, encontra-se também fragmentada de hoje em dia. Mas, com toda dificuldade que muitos professores passam para transmitir o conteúdo histórico da nossa sociedade brasileira quanto ideia de valores evolutivos, sempre haverá o sujeito desconstrutor tentando modificar à imagem da veracidade da realidade. Neste caso, eu passarei um pouco da cultura do Reino do Gongo para resgatarmos o que muitos colegas fazem para consciência brasileira.
Bom, estamos no continente americano e, é-me muito importante falar do povo africano para termos uma compreensão lógica do que aconteceu na história do Brasil para que vocês possam entender melhor e até passar para outros que desconhecem alguns fatos importantes.
No deserto do Saara havia muitos povos de língua e culturas diferentes como Pigmeus, Fulas e Bantos, alguns desses povos originaram-se da República de Camarões como é chamado desde sua independência e esses povos perpassaram por mais de 3.000 a.C. em direção do leste, oeste e sul do continente africano. Esses povos estabeleceram impérios, construíram cidades com seus conhecimentos e costumes culturais e ao longo da peregrinação encontravam outros povos e formavam substituições por terem domínio sobre a coleta,a caça, a pesca, a agricultura que possibilitaram-os o crescimento.
Os Bantos foi um dos povos mais importante para historicidade brasileira. Eles viviam próximos da bacia do rio Zaire e esses bancos subdividiam-se entre Hamburgo, Bakumgo, Luba e Lunda. Através das conquistas, casamentos e alianças, surge a cidade de Mbanza Congo fundada por Mimi-a-Lukeni porque havia sido fundador do reino que deu-lhe o título de Mani Gongo de herói. A terra era rica e muito fértil, os portugueses que chegaram por volta de 1483 d.C. foram logo fazendo comércio com as lideranças que teve uma reciproca verdadeira. Mani Gongo Nzinga tornou-se cristão e mudou o seu nome para Afonso I com apoio dos portugueses, ele pediu ajuda para Dom João I para lhes enviar soltados para ensinar-los a construir navio de grande porte para fazerem navegações, infelizmente só chegaram missionários e mercadores de escravos portugueses da Ilha de São Tomé. Em perigo Mani Gongo escreveu uma nova carta para o rei de Portugal proibindo o trafico de escrava do litoral do Gongo para América e não teve resposta e as relações entre portugueses e congoleses pioraram bastante e foi no Século XVII que aconteceu a Batalha de Mbiwille vencida pelos portugueses, os congolenses foram trazidos para o Recife no nordeste brasileiro para trabalharem nas plantações de cana-de-açúcar.

Sérgio Gaiafi
Sérgio Gaiafi
Enviado por Sérgio Gaiafi em 18/10/2019
Código do texto: T6773161
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Sérgio Gaiafi
Campina Grande - Paraíba - Brasil, 53 anos
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9 e-livros (130 leituras)
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Sérgio Gaiafi