Água

Extraída no ventre da Natureza,

A água que mata a minha sede,

Límpida, latente, notória pureza.

Água da fonte que me enxágua,

Lava e leva meus pensamentos,

Elimina meus medos e mágoas.

Essência mais preciosa da Terra,

Pelo seus cursos minh’alma finda,

Banhar-me de paz ou de guerra,

Água que encharca meus desejos,

Insipidamente, mas abundante,

Irrigação de Amor e Benfazejos.

Sérgio Russolini
Enviado por Sérgio Russolini em 23/06/2023
Reeditado em 23/06/2023
Código do texto: T7820731
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