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Azul silencioso

‘A poesia vence sempre a dor da pancada,’
que nem dói nada quando vem recheada
daquele olhar doce, sensual que me faz animal...

Se você vem com a felicidade armada,
ardendo de amor, em todo seu corpo,
eu me reparto em pedaços e não são de dores...

Ainda nem é noite, mas estamos aqui
anoitecendo a tarde para te procurar
em mim, em teu sorriso, em teu olhar...

Vem, abre teus abraços, me enlaça...
Abre o tinto... Deixa a noite recuar mais...
Agora abre, docemente, teu coração...
 
Eligio Moura
Enviado por Eligio Moura em 17/04/2020
Código do texto: T6919786
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre o autor
Eligio Moura
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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Eligio Moura