Capa
Cadastro
Textos
Áudios
Autores
Mural
Escrivaninha
Ajuda
Textos
Texto

Segundo pós.

Todo um desejo de crenças
Virou estúpido pensamento
Em grande escala explosiva
Contido que sai para fora
Quando a pulsação aumenta
Se torna incessante a escrita
Dentro da vontade em pura engenhosidade,
Acende espontaneidades que joga conceitos, por entre janelas, essas matérias
Dadas por identidades criadas por momentos
Num curto espaço tempo
Um puro elemento, cria dadiva por linhas pungentes
Torna-se o emocional um limite aceitável, torna-se banal
Por que intensamente se põe a escrever
Sobre imagens de sonhos e paisagens com beleza, incertezas
Aumentando em várias vesez todos os sentidos proporcionalmente
De idéias que ficam gravadas em memória cinematográfica
Jogam-se todas de uma vez sobre o ar contido no seu toráx
Na volúpia intensa, que preocupação não é problema
Dane-se as letras elas são livres de nóis
Nos preciptamos em procura-las aqui dentro
Cabeças voam ao chão como porcelana barata
Por cima de tudo a que sofremos pressão
Se usar papel, higiênico só vai fazer merda
Uma boa forma de criar é não se importar
Com aquilo que vai explodir,
tudo é uma constante que nos falta em instância.
Á alma é barata
Enviado por Á alma é barata em 24/12/2009
Reeditado em 24/12/2009
Código do texto: T1993486

Copyright © 2009. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
Enviar por e-mail
Denunciar

Comentários

Sobre o autor
Á alma é barata
Suzano - São Paulo - Brasil, 32 anos
162 textos (4844 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 23/09/19 04:44)
Á alma é barata