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O camponês e a mocinha rica.

Admirava aquele céu estrelado, naquela noite de luar, sentindo a brisa e seu vento suave, me faziam viajar.

Pensei em tantas coisas que me ocorreram no momento, e lembrei-me daquele amor que era o dono do meu pensamento...

Sentei-me na varanda e um café fui passar naquele fogão a lenha, uma história irei contar....

Num antigo rancho aconteceu um caso passado, de um pobre camponês que se apaixonou por a moça do mais rico Palácio...

Essa história rendeu muitas críticas e agonias, pois aquela moça também se encantou por esse camponês que trabalhava para burguesia....

Eles se encontraram, em uma noite como essa, a lua estava linda e era noite de muita reza...

Assim esse romance foi seguindo, com encontros planejados e muito amor envolvido, até que o pai da moça descobriu esse namoro proibido...

O pai da moça então mandou chamar o pobre camponês, mas ele só queria acabar com esse compromisso de uma vez...

Ao chegar o dono do Palácio, alterou sua voz dizendo termine com minha filha pois não és bem vindo entre nois...

Com os olhos em lágrimas o camponês lhe perguntou: por acaso algum dia o senhor ja foi amado? Ou alguém ja lhe amou?

Ouvindo isso, o pai da moça lhe respondeu: amei e fui amado, por um grande amor meu, sendo da alta classe, diferente desse seu...

Abaixando a cabeça o camponês lhe falou: burguesia e pobreza não fazem parte do amor, amo sua filha e não me interessa o que diz a única coisa que quero é faze-la feliz...

Para fazer minha filha feliz
você teria de ser da nobreza, mas não passa de um simples camponês q vive na pobreza...

Nisso a filha do rei, entra naquele salão, dizendo: meu pai esse pobre camponês é o dono do meu coração, vou me casar com ele, o senhor queira que não...

Minha filha como podes afrontar assim teu pai? Só penso em tua felicidade não destrua desse jeito a tua mocidade, ainda é uma mocinha não pode viver em uma pobre cozinha

O camponês sem demora, pediu licença ao rei e disse vamos embora, se queres ser feliz ao meu lado que seja agora...

A moça então ao seu pai pediu perdão dizendo estar seguindo apenas conselhos do seu coração e como diz Gregório de Matos
Em um de seus líricos atos:

O amor é finalmente
Um embaraço de pernas,
Uma união de barrigas,
Um breve tremor de artérias
Uma confusão de bocas,
Uma batalha de veias,
Um reboliço de ancas,
Quem diz outra coisa é besta.

Mas então eu sou besta,
Pois na minha letra casarei com esse camponês,
 Feliz serei e acaba aqui o meu era uma vez!

       Josiane
Josiane cordelista
Enviado por Josiane cordelista em 25/11/2018
Código do texto: T6511560
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre a autora
Josiane cordelista
Sátiro Dias - Bahia - Brasil, 20 anos
48 textos (695 leituras)
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Josiane cordelista