A mão de Deus

 

Não se busca não a felicidade

Se ela já se faz exímia existente

Personagem central consciente

Que contigo tem cumplicidade

 

Não diga: que era feliz e não sabia

Não propague nunca a falsa nostalgia

Se ao teu lado vive o grande amor

Se-Deus é teu guia, divino Senhor

 

Seja apenas um ser racional, grato

Para que não se torne ingrato

Por jamais querer reconhecer

 

A mão de Deus sublime, abençoada

Que te acolhe nas tuas jornadas

Sem nunca, jamais prescrever

 

Valdomiro Da Costa 04/03/23

SEMPREPOETA
Enviado por SEMPREPOETA em 04/03/2023
Reeditado em 04/03/2023
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