Quase amor.

Já são tantos os dias da minha autoprisao.

Na carceragem fria dos meus pensamentos!

Tu fizestes de mim um verdadeiro detento,

Condenado pelo crime de amor de perdição.

E indaga-me acerca das consequências,

Numa infundada tentativa de ocultares,

Tantos desejos existentes no teu coração.

Com a minha liberdade plenamente tolhida.

Tu te impõe um sacrifício em que à vida,

Exímia cobradora não lhe dará o perdão.

Então quando descobrires o que te apetece.

Tristemente veras que o tempo não parou.

E perceberá que o peso de um quase amor,

Até mesmo a mente mais sã enlouquece.

Uil

Elisérgio Nunes
Enviado por Elisérgio Nunes em 18/07/2022
Reeditado em 18/07/2022
Código do texto: T7561956
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