DILEMAS DO AMOR

E quando eu te quero

Respiro fundo, ofegante

Após, sinto um flagelo

De forma fulminante;

E quando penso em você

Me encontro enclausurado

Me envolvo, sem perceber

Num dilema arriscado;

E então esqueço de você

Me sinto réu inocentado

Pelo júri duma só pessoa

E quando lembro de mim

Volto a ser o acusado

Do crime de tê-la deixado ir.

Gleidston de Aragão
Enviado por Gleidston de Aragão em 21/09/2021
Código do texto: T7347372
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