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De cada poente um ser

Começamos com a audácia,
De enraizarmos como fosses,
E de remédios como doces,
De alegria como fosse falésia.

E de cada poente se faz,
De corajosos seus ultramares,
Consequências de dás,
E sinérgicos vão aos altares.

De cada poente um semblante,
Como o sentido por ventura,
E de cada sentido de sutura.

E como agires o seu movimento,
E esse amar como alimento,
Descerrar como cada adiante.
Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 06/08/2020
Código do texto: T7027987
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Gumer Navarro
São Paulo - São Paulo - Brasil, 37 anos
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Gumer Navarro