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Alma Solitária

Trazem-me, os ventos, aromais de rosas
desfolhadas no frescor das manhãs frias.
Ai, minh'alma chora nessas umbrosas,
onde os pássaros cantam nas galharias.

Florescem açucenas silenciosas,
ao dobre de belíssimas melodias...
Partem, as horas, partem tão vagarosas,
levando-lhes consigo melancolias.

Sentimentos que ainda minha senhora,
tu qu'escutas calada os meus pesares,
nascem como a luz etérea da aurora.

Vida que entoas merencória tua ária,
quando a noite cobre ermos esses vales,
ri, a minha alma, no peito solitária.
ThiagoMac
Enviado por ThiagoMac em 18/01/2020
Reeditado em 04/02/2020
Código do texto: T6845158
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
ThiagoMac
Itirapina - São Paulo - Brasil, 36 anos
409 textos (4829 leituras)
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