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SONETO CANSADO







Eu também me canso
Do povo indolente
Que segue dormente
Sem travas ou ranço

Olho e não alcanço
O que passa à mente
Dessa minha gente
Que vive ao balanço

Feito aquilo nágua
Sem revolta ou magoa
Da politicalha

Nação desvalida
Que equilibra a vida
Ao fio da navalha...




(“Eu tou cansado”, mas talvez menos, que o Cigano Ribamar.)






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Stelo Queiroga
Enviado por Stelo Queiroga em 19/12/2019
Código do texto: T6822248
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Stelo Queiroga
João Pessoa - Paraíba - Brasil, 60 anos
1125 textos (59655 leituras)
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Stelo Queiroga