DO CORPO COVARDE E VIL

Sinto o tempo pelo olhar

Posto contra a tola face

Quando vejo o tal falar.

Sinto o mesmo ser disfarce...

Vejo o quanto quer o ser

Sendo pobre e bem na lona!

Chefe burro por querer

Tanto... – mesmo sendo o fona!

Segue passos, faz o certo.

Neste espaço dado fica.

Muitos podem nunca ver!...

Ver o dito ser esperto,

Manso bicho que nos pica:

Boa sorte não vai ter!...

Salvador, 15/08/2006.

Oswaldo Francisco Martins
Enviado por Oswaldo Francisco Martins em 10/03/2019
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