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Ébrio de amor

Ao silêncio levanto um brinde! Paz!
e à noite aplaudimos... O beijo se faz,
satisfaço-me, a pleno, no teu regaço
compondo a sinfonia dos nossos espaços...

À noite me enlaço nos teus abraços
e no silêncio, satisfeito, durmo no teu colo...
enquanto o vinho tinto, sozinho,
faz menos efeito que teus carinhos...

Ébrio, me afogo nos teus afagos...
Desligo-me do tempo, da vida e da morte
resolvendo-me no alea jacta est... Sorte!

Ao lado dela, fecho, o ciclo da angústia-viver-
sem saber do amanhã, nem de quem,
nem a hora que a morte vem, nem por que...
Eligio Moura
Enviado por Eligio Moura em 28/08/2018
Código do texto: T6432804
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Eligio Moura
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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Eligio Moura