SONETO DA BUSCA

Perene o dilema: “E Agora, José”?

Andar nas beiradas não leva ao centro

Quem avisa nem sempre amigo é

Um copo vazio não tem nada dentro

Preciso aprender navegar sozinho

Derreter asas ao voar ao Céu

Selecionar as Pedras no Caminho

E construir mil Torres de Babel

Amor-perfeito deixe para as flores

Dê-se ao direito de algum desatino

Serão apenas suas todas as dores

Não seja só mais um no meio do povo

Não busque culpado nem é destino

Se der errado comece de novo

Pedro Galuchi
Enviado por Pedro Galuchi em 13/06/2018
Reeditado em 13/06/2018
Código do texto: T6363056
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