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VOLTO AO PONTO DE PARTIDA.

Depois de muito caminhar volto ao ponto de partida,
Vejo a tocha num pavio que está prestes a definhar,
E o sopro eterno desta vida precisa ser reacendido,
Porque o vento intenso move até um grande navio.

Mas a minha fé mesquinha as vezes me demoniza,
Não progride ó que vidinha quero uma sacerdotisa,
Sinto-me em maus lençóis as coisas não cristalizam,
Preciso é desfazer os nós quando a vida me ironiza.

Firmo o olhar onde alcança vejo o horizonte pertinho,
As estrelas com mais brilho as trato como vizinhas,
Outras parecem bem distantes é o que as vezes sinto.

Compreender é meu perseguir agregando consciência,
É Escrevendo que me integro aos mistérios da ciência,
Quero formular o meu existir com alguma consistência.

PUBLICADO NO FACE EM 13/03/2018
LUSO POEMAS 12/11/2013
Miguel Jacó
Enviado por Miguel Jacó em 13/03/2018
Reeditado em 13/03/2018
Código do texto: T6278880
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Miguel Jacó
Taubaté - São Paulo - Brasil, 62 anos
3061 textos (178236 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 12/12/18 19:12)
Miguel Jacó