Pastor do Mal
Sou pastor do diabo aos condenados
Sou esse que vai como corvo contente
Ao causar tanta dor vil e inconseqüente
A amarga firma com esses malvados.
Ali me ouvem os rebentos desgraçados
Eis que se altera a antiga corrente
Qualquer povo tem seu estrago dormente
Como sinto o pavor dos malditos lados.
Vós, ó filhos do diabo digo-lhes no dia
Seguros hão de ficar os meus escravos
Nos braços da injusta e má companhia.
Consolai comigo os tronos mascavos
Que um alegre morto no tempo via
E hoje no ostracismo choro centavos.
DR FLYNN