Soneto à minha terra

Fui nascido na terra dos bons ventos

Sob a benção da mão da liberdade

Do lugar que recordo com saudade

E me afasta de quaisquer desalentos

No trabalho cultivo meus talentos

Honradez e bem farta probidade

Sou poeta que chora de saudade

Quando a dor me açoita com tormentos...

Não te esqueço meu berço Aracati!

Entre nós não existe falsidade!

Mesmo estando eu distante de ti!

Sei que espantas de mim todo tormento

Sei que é grande a nossa amizade

Comungamos do mesmo pensamento!

Russas, 27 de dezembro de 2014

Agamenon violeiro
Enviado por Agamenon violeiro em 27/12/2014
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