Súplica
Edir Pina de Barros
Ó, Vênus, que me habita e reina em minhas águas,
as cristalinas águas - sonhos meus fluídos –
Senhora dos amores dentro em mim contidos
fontes de meu penar, de mil prazeres, mágoas.
Ó, protetora luz do amor e dos amantes,
com tua força e lume da Crescente Lua,
vem, e ilumina a mim e a dor que assim me amua,
pois ora estou amando e muito mais que antes.
Do orvalho, as gotas, não escavem minha face,
diamantinas gotas – filhas de meu pranto –
e a luz dos olhos meus jamais se apague, embace.
nem morra a força fluída desse meu encanto,
e que eu transpire o amor por onde quer que eu passe,
e que me encubra sempre seu divino manto.
Brasília, 19 de Dezembro de 2012.
Livro: Poesia das Águas, pg. 119
Edir Pina de Barros
Ó, Vênus, que me habita e reina em minhas águas,
as cristalinas águas - sonhos meus fluídos –
Senhora dos amores dentro em mim contidos
fontes de meu penar, de mil prazeres, mágoas.
Ó, protetora luz do amor e dos amantes,
com tua força e lume da Crescente Lua,
vem, e ilumina a mim e a dor que assim me amua,
pois ora estou amando e muito mais que antes.
Do orvalho, as gotas, não escavem minha face,
diamantinas gotas – filhas de meu pranto –
e a luz dos olhos meus jamais se apague, embace.
nem morra a força fluída desse meu encanto,
e que eu transpire o amor por onde quer que eu passe,
e que me encubra sempre seu divino manto.
Brasília, 19 de Dezembro de 2012.
Livro: Poesia das Águas, pg. 119