SONHOS OPACOS
Nada sei do que vem pelo futuro
Nem sei se viverei triste ou feliz
Agora eu me vejo num quarto escuro
Penso: “o que será de errado que eu fiz?”
Antes eu sentia um amor tão puro
Me iludi com teus carinhos gentis
Agora teu desprezo eu engulo
E sinto que tudo está por um triz
O que eu preciso e peço é muito pouco
Respeito, amor, atenção e cuidado
Mas tu nada ouves, te fazes de mouco
Deixaste meu amor despedaçado
Vou catando e me cortando nos cacos
Dos meus desejos e sonhos opacos
OOOoooOOO
ACORDASTES DE UM SONHO INFIEL
Nada sei do que vem pelo futuro
Nem sei se viverei triste ou feliz
Agora eu me vejo num quarto escuro
Penso: “o que será de errado que eu fiz?”
Antes eu sentia um amor tão puro
Me iludi com teus carinhos gentis
Agora teu desprezo eu engulo
E sinto que tudo está por um triz
O que eu preciso e peço é muito pouco
Respeito, amor, atenção e cuidado
Mas tu nada ouves, te fazes de mouco
Deixaste meu amor despedaçado
Vou catando e me cortando nos cacos
Dos meus desejos e sonhos opacos
OOOoooOOO
ACORDASTES DE UM SONHO INFIEL
Por Miguel Jacó
Acordastes de um sonho infiel,
Onde há margem para o delírio,
O amor quase sempre é cruel,
Nossa vida por vezes inferniza.
Do jardim sobrou farto adubo,
Lindas flores morreram a deriva,
Nunca mais com você me iludo,
As agruras agora se eternizam.
Não escutas minhas redenções,
Pouco ligas se me faz atordoada,
Nem pareces portar um coração.
Já morri em meio ao sofrimento,
Perambulo na ânsia de um por vir,
Te perdôo e lamento imensamente.
Meu caro amigo e Mestre Miguel Jacó, nem sei como agradecê-lo pelo brilhante e magistral soneto com que presenteia a todos os leitores desta página. Obrigada pelo carinho de sempre! Meu grande abraço e admiração.
Onde há margem para o delírio,
O amor quase sempre é cruel,
Nossa vida por vezes inferniza.
Do jardim sobrou farto adubo,
Lindas flores morreram a deriva,
Nunca mais com você me iludo,
As agruras agora se eternizam.
Não escutas minhas redenções,
Pouco ligas se me faz atordoada,
Nem pareces portar um coração.
Já morri em meio ao sofrimento,
Perambulo na ânsia de um por vir,
Te perdôo e lamento imensamente.
Meu caro amigo e Mestre Miguel Jacó, nem sei como agradecê-lo pelo brilhante e magistral soneto com que presenteia a todos os leitores desta página. Obrigada pelo carinho de sempre! Meu grande abraço e admiração.
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