VALHA-NOS DEUS!
Hoje eu já não vejo aquela gente boa
Que só se alimentava a caldo e broa
Indo pelas quebradas da minha terra
Enfrentando sempre os frios da serra
Em meu redor agora só vejo a vaidade
Que se alheia por completo à verdade
Visando alcançar o que nunca foi seu
Para fugir ao destino que Deus lhe deu
Como um criminoso trata-se o pobre
Toda a gente se pavoneia em nobre
Jogando a sua própria personalidade
Infringindo as regras da honestidade
Mas quando surge o azar até os ateus
Clamam bem alto... Valha-nos Deus!
Hoje eu já não vejo aquela gente boa
Que só se alimentava a caldo e broa
Indo pelas quebradas da minha terra
Enfrentando sempre os frios da serra
Em meu redor agora só vejo a vaidade
Que se alheia por completo à verdade
Visando alcançar o que nunca foi seu
Para fugir ao destino que Deus lhe deu
Como um criminoso trata-se o pobre
Toda a gente se pavoneia em nobre
Jogando a sua própria personalidade
Infringindo as regras da honestidade
Mas quando surge o azar até os ateus
Clamam bem alto... Valha-nos Deus!