Soneto n.27
MEU SACRILÉGIO
Que me importa se isto é sacrilégio,
se vou queimar no fogo do inferno,
a pedir um perdão ao Pai-Eterno,
por ter utilizado de todo Sortilégio?!
Venci verão ... o outono e o inverno.
Lutei contra o Poder do Clero régio,
desafiando tua Igreja e teu Colégio:
Cardeais, ah que grupo tão fraterno!
Por amor (por ti), todas as lei subverto:
Que culpa tenho se ainda és um padre,
e eu - pagã - à tua fé não me converto?
Quero ser este pecado...ah, não ser pura
e, se meu corpo por ti freme, vibra, arde,
beijo-te a boca tomada de toda loucura!
Silvia Regina Costa Lima
23 de dezembro de 2008
MEU SACRILÉGIO
Que me importa se isto é sacrilégio,
se vou queimar no fogo do inferno,
a pedir um perdão ao Pai-Eterno,
por ter utilizado de todo Sortilégio?!
Venci verão ... o outono e o inverno.
Lutei contra o Poder do Clero régio,
desafiando tua Igreja e teu Colégio:
Cardeais, ah que grupo tão fraterno!
Por amor (por ti), todas as lei subverto:
Que culpa tenho se ainda és um padre,
e eu - pagã - à tua fé não me converto?
Quero ser este pecado...ah, não ser pura
e, se meu corpo por ti freme, vibra, arde,
beijo-te a boca tomada de toda loucura!
Silvia Regina Costa Lima
23 de dezembro de 2008