O AMOR
Síntese da vida, o amor se perfaz,
Se completa no bem que faz. Se apraz.
Sentimento puro, indefinível!
É luz na escuridão. É indestrutível.
O amor é o ápice do bem latente,
Não o contentamento descontente,
Não a marca visível da insensatez.
É o tom certo, reto, de uma só vez.
É o tino. É o sino, É o hino. É a toada.
É o verbo, o amor. É o arco-íris multicor.
É o elfo. É a fada. É o tudo. É o nada.
Tudo pode. Nada escapa. Se adapta.
Supera o vento, transcende o tempo.
Transmuta-se. Se achega, se afasta.
Síntese da vida, o amor se perfaz,
Se completa no bem que faz. Se apraz.
Sentimento puro, indefinível!
É luz na escuridão. É indestrutível.
O amor é o ápice do bem latente,
Não o contentamento descontente,
Não a marca visível da insensatez.
É o tom certo, reto, de uma só vez.
É o tino. É o sino, É o hino. É a toada.
É o verbo, o amor. É o arco-íris multicor.
É o elfo. É a fada. É o tudo. É o nada.
Tudo pode. Nada escapa. Se adapta.
Supera o vento, transcende o tempo.
Transmuta-se. Se achega, se afasta.