O palhaço literato

Sempre gosto de revisitar velhos comentadores. Alguns, eu os admiro tanto pela sucintez e inteligência do texto que qualquer comentário meu seria mero pleonasmo dos que me antecederam.

Outros que gosto de ler muito são os que escrevem substancialmente com pleno conhecimento e estilo inconfundível. Fico embasbacado com tanta lucidez com o tema escolhido. Posso, sem olhar o autor, dizer de quem o texto é. É sublime.

Às vezes começo a me emocionar com um escritor daqui e percebo o montante da imbecilidade ideológica e narcisista que está envolto no nome da capa. Claramente se vê que são militantes quadrilheiros que se auto intitulam ideólogos esquerdistas. Não se acanham em citar intelectuais que em nome da evolução dos costumes são na verdade, majoritariamente, desajustados sexuais, defensores da pedofilia (Sartre e esposa, Foucault, Deleuze) e do incesto (Judith Butler, Paul Muni, Kinsey). É constrangedor a macaquice de auditório em cima do despontado para o anonimato, Paulo Freire.

O interessante é que são enaltecidos esses malucos como grande intelectuais da esquerda e o citado escritor (no caso, a quadrilha militante) esbanja uma profusão de textos ctrlC/ctrlV de ensaios de estudantes/professores de notada alteração mental. Nunca é citado o esquerdista raiz como Galbraith, Hobsbaw, Chomsky.

Como pode um auxiliar de escritório de trinta e poucos anos, que só recentemente se empregou por obra da senhora sua mãe, ter um conhecimento tão vasto sobre todos os filósofos e discernir brilhantemente a abrangência entre eles.

Confesso que alguns textos dessa camarilha me faz rir. Como um palhaço