Resenha impressionista para "A Montanha Mágica", de Thomas Mann

"A Montanha Mágica", do Thomas Man, maior romancista de língua alemã. 800 páginas. Chato!

(Terminei de ler porque eu sou bugada e tenho que terminar de ler os livros que eu começo a ler.)

No começo do século XX, o Hans Castorp, que estava lutando na guerra, se vê reunido a doentes de tuberculose num sanatório na Suíça, nas montanhas.

Tem uns personagens interessantes aqui: uma senhorita por quem uns fãs se apaixonam, o rapaz de Mannheim. As pessoas também ficam ouvindo música, jogando paciência com cartas. O Settembrini e o Naphta, que ficam inticando um com o outro. Convivem há muitos anos né. Eles discordam de tudo. Se um é gremista, o outro é Colorado. Se um defende um posicionamento filosófico, o outro defende o contrário. E assim eles vão até lá no fim.

É tudo muito arrastado... É mais pro fim das 800 páginas que vai sendo construída mais explicitamente uma reflexão sobre o tempo. As peças vão se encaixando.

E me faz pensar sobre as pessoas que estão realmente acamadas ou em hospitais ou em clínicas, lares de de idosos, pessoas que estão refugiadas, até os apenados. Pesoas que estejam nessas condições de dar sentido pro seu tempo, a fruição do tempo.

A fruição da Arte é uma grande coisa a se fazer com o nosso tempo.

Hoje em dia, as pessoas ficam "derretendo o cérebro" nos seus joguinhos de celular, ou "viajando" em rede social...

Importante reflexão sobre o tempo! Mas o livro é muito chato mesmo.

"A Montanha Mágica", de Thomas Mann.