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Augusto Jorge Cury - Nunca desista de seus sonhos (Trechos)

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Nunca desista de seus sonhos - Trechos
(Augusto Cury)

Se os seus sonhos são pequenos, sua visão será pequena, suas metas serão limitadas, seus alvos serão diminutos, sua estrada será estreita, sua capacidade de suportar as tormentas será frágil. [1]

Os sonhos regam a existência com sentido. Se seus sonhos são frágeis, sua comida não terá sabor, suas primaveras não terão flores, suas manhãs não terão orvalho, sua emoção não terá romances. A presença dos sonhos transforma os miseráveis em reis, e a ausência dos sonhos transforma milionários em mendigos. A presença de sonhos faz de idosos, jovens, e a ausência de sonhos faz dos jovens, idosos. [2]

A juventude mundial está perdendo a capacidade de sonhar. Os jovens têm muitos desejos, mas poucos sonhos. Desejos não resistem às dificuldades da vida, sonhos são projetos de vida, sobrevivem ao caos. [3]

Os sonhos trazem saúde para a emoção, equipam o frágil para ser autor da sua história, renovam as forças do ansioso, animam os deprimidos, transformam os inseguros em seres humanos de raro valor. Os sonhos fazem os tímidos terem golpes de ousadia e os derrotados serem construtores de oportunidades. [4]

Não é a realidade concreta de um objeto que importa para nossa personalidade, mas a realidade interpretada, registrada. [5]

A maneira como enfrentamos as rejeições, decepções, erros, perdas, sentimentos de culpa, conflitos nos relacionamentos, críticas e crises profissionais, pode gerar maturidade ou angústia, segurança ou traumas, líderes ou vítimas. Alguns momentos geraram conflitos que mudaram nossas vidas, ainda que não percebamos. [6]

Precisamos resolver nossos monstros secretos, nossas feridas clandestinas, nossa insanidade oculta (Foucault, 1998). Não podemos nunca esquecer que os sonhos, a motivação, o desejo de ser livre nos ajudam a superar esses monstros, vencê-los e utilizá-los como servos da nossa inteligência. Não tenha medo da dor, tenha medo de não a enfrentar, criticá-la, usá-la. [7]

Somos tão criativos que, quando não temos problemas, nós os inventamos. Alguns são especialistas em sofrer por coisas que eles mesmos criaram. Outros têm motivos para serem alegres, mas mendigam o prazer. Possuem grandes depósitos nos bancos, mas estão endividados no âmago do seu ser. São ansiosos e estressados. [8]

Quem é escravo dos seus pensamentos não é livre para sonhar. [9]

Nossa capacidade de amar, tolerar, brincar, criar, intuir, sonhar são algumas das maravilhas que surgem numa esfera que ultrapassa os limites da razão. Todas as pessoas muito racionais amam menos e sonham pouco. Os sensíveis sofrem mais, mas amam mais e sonham mais. [10]

Quem quer atingir a excelência nos seus estudos, nas suas relações afetivas e na sua profissão precisa libertar a criatividade para ser um sonhador e libertar a coragem para ser um empreendedor. [11]

A paciência é amarga, mas seus frutos são doces. [12]

A paciência tem mais poder que a força. [13]

Os grandes navegadores devem sua reputação aos temporais e às tempestades. [14]

Seus sonhos se tornaram realidade porque ganharam um combustível emocional que jamais se apagou, mesmo ao atravessarem chuvas torrenciais. Qual é esse combustível? A paixão pela vida, o amor pela humanidade [...] Quem vive para si mesmo não tem raízes internas. [15]

A juventude está despreparada para viver nessa estressante sociedade. Os jovens precisam desenvolver urgentemente resistência intelectual e emocional para suportar perdas, derrotas, humilhações, injustiças. [16]

O que diferencia os jovens que fracassam dos que têm sucesso não é a cultura acadêmica, mas a capacidade de superação das adversidades da vida. [17]

A vida inteira precisamos de graça e gentileza. [18]

Um beijo, um elogio, um abraço desferido no golpe de um segundo são capazes de superar uma dor alojada há semanas, meses ou anos. [19]

Os que desprezam os pequenos acontecimentos nunca farão grandes descobertas. Pequenos momentos mudam grandes rotas. [20]

Todos deveríamos em algum momento da existência questionar nossas vidas e analisar pelo que estamos lutando. Quem não consegue fazer este questionamento será servo do sistema, viverá para trabalhar, cumprir obrigações profissionais e apenas sobreviver. Por fim, sucumbirá no vazio. [21]

Vender sonhos é uma expressão poética que fala de algo invendável. Ele distribuía um bem que o dinheiro jamais pôde comprar. [22]

Jesus não prometeu estradas sem acidentes, noites sem tempestades, sucessos sem perdas. Mas prometeu força na terra do medo, alegria nas lágrimas, afeto no desespero. [23]

A escolha de Jesus não foi baseada no que aqueles jovens possuíam, mas no que ele era. A autoconfiança e a ousadia de Jesus não têm precedentes. Ele preferiu começar do zero, trabalhar com jovens completamente desqualificados a trabalhar com os fariseus saturados de vícios e preconceitos. Preferiu a pedra bruta à mal lapidada. [24]

A palavra "arrepender" usada por Jesus explorava uma importante função da inteligência. Ela não significava culpa, autopunição ou lamentação. No grego, ela significa mudança de rota, revisão de vida. [...] Os que são incapazes de se repensar serão sempre vítimas e não autores de sua história. [25]

Para a psicologia, a supervalorização é tão aviltante quanto a discriminação. [26]

Viver é um evento inexplicável. Mesmo quando sofremos, nos angustiamos e perdemos a esperança, somos complexos e indecifráveis. Não apenas a alegria e a sabedoria, mas também a dor e a insensatez revelam a complexidade da psique humana. [27]

Cada ser humano possui uma história fascinante, independente dos seus erros, acertos, vitórias e derrotas. [...]  A magnífica vida que possuímos vai para a solidão de um túmulo. Despreparada, enfrenta o seu maior evento, o seu capítulo final. Todo dinheiro, fama, status, labutas não acrescentam um minuto à existência. O fim da vida sempre perturbou o ser humano, dos primários aos intelectuais. Todos os heróis se tornam frágeis crianças no término da vida. [28]

Os problemas existem para serem resolvidos e não para nos controlar. Infelizmente, muitos são controlados por eles. A melhor maneira de ter dignidade diante das dificuldades e sofrimentos existenciais é extrair lições deles. Caso contrário, o sofrimento é inútil. [29]

Deletar a memória é uma tarefa fácil nos computadores. No homem ela é impossível. Todas as misérias, conflitos e traumas emocionais que estão arquivados não podem ser destruídos, a não ser que haja um trauma cerebral. A única possibilidade, como vimos, é sobrepor novas experiências no lócus das antigas – o que chamamos de reedição – ou então construir janelas paralelas que se abrem simultaneamente às doentias. [30]

O grande desafio para o sucesso do tratamento psicológico não é a dimensão de uma doença, mas a consciência que o paciente tem da doença e a capacidade de intervenção na sua dinâmica. [31]

Somente aquele que abdica da autoridade é digno dela. Qualquer líder espiritual, político, social, que deseja que as pessoas gravitem em torno de si não é digno de ser um líder. Os que usam o poder e o dinheiro para controlar os outros estão despreparados para possuí-los. Somente os que servem são dignos de estar no comando. [32]

Falta compreensão em nossa espécie humana e sobra punição. [33]

Jesus Cristo investiu sua inteligência em pessoas complicadíssimas para mostrar que todo ser humano tem esperança. As pessoas mais difíceis com quem você convive têm esperança. A história de Jesus é um exemplo magnífico. Demonstra que as pessoas que mais nos dão dor de cabeça hoje podem vir a ser as que mais nos darão alegrias no futuro. O que fazer? Invista nelas! Não seja um manual de regras e críticas! Surpreenda-as! Cative-as! Ensine-as a pensar! Compreenda-as! Plante sementes! [34]

Uma característica dos vencedores: reclamava pouco. Nada melhor para fracassar na vida do que reclamar muito. Não sobra energia para criar oportunidades. [35]

Um ser humano pode ser rico mesmo sem ter dinheiro se tem ao seu lado pessoas que o amam; mas pode ser miserável ainda que milionário se a solidão é sua companheira. [36]

Eles registram o fracasso intensamente nos solos do inconsciente, a través do fenômeno chamado RAM, registro automático da memória (Cury; 1998). O mecanismo é o seguinte: o fracasso é lido continuamente, gerando reações emocionais dolorosas e ideias negativas que obstruem a liberdade de pensar, de fazer novos planos, de acreditar no próprio potencial. A derrota não superada esmaga os sonhos e dilacera a coragem. [37]

Todos os sonhadores são inimigos da rotina. Quando eles pensam em desistir de tudo, os sonhos surgem no teatro da mente e começam novamente a instigá-los. [38]

O excesso de pensamentos é o grande carrasco da qualidade de vida do ser humano (Cury, 2002). Ele conspira contra a tranquilidade, rouba energia do córtex cerebral, gera uma fadiga descomunal, como se tivéssemos saído de uma guerra. Cuidado! Quem pensa muito se atormenta demais. [39]

Muitos detestam o lixo do escritório, mas não se importam com o lixo acumulado no território da sua emoção. [40]

Nossos reais cárceres estão alojados na psique. Se formos livres por dentro, nada nos aprisionará por fora. [41]

Precisamos sair da plateia, entrar no palco da nossa mente e nos tornarmos atores ou atrizes principais da nossa inteligência. [42]

Se você depender muito dos outros para executar seus sonhos, corre o risco de ser um frustrado na vida. [43]

Se eliminarmos o contato de uma pessoa com todos os tipos de vírus, um dia, quando ela se expuser ao mais banal deles, poderá não sobreviver. Não é isso que temos feito com nossos jovens? [44]

Maquiavel comentou que as atitudes revelam oportunidades que a passividade teria deixado escondidas. A história nos ensina que as pessoas passivas sucumbem às suas desculpas e submetem-se aos seus temores. [45]

Os sonhos são o melhor remédio para curar frustrações. Se sólidos, eles podem ter mais eficácia do que anos de psicoterapia. Eles reeditam o filme do inconsciente e ampliam os horizontes do desanimado, fazendo renascer a motivação para recomeçar tudo de novo. [46]

Os que amam a vaidade são indignos da vitória. Os que amam o poder são indignos dele. Ter sucesso para estar acima dos outros é mais insano do que as alucinações de um psicótico. [47]

O conformismo, em psicologia, chama-se psicoadaptação. [48]

"Os perdedores veem a tempestade; os vencedores veem por trás das densas nuvens os raios de sol." [49]

Há uma grande diferença entre o individualismo e a individualidade. O individualismo é uma característica doentia da personalidade, ancorada na incapacidade de aprender com os outros, na carência de solidariedade, no desejo de atender em primeiro, segundo e terceiro lugar aos próprios interesses. Em último lugar ficam as necessidades dos outros. A individualidade, por sua vez, é ancorada na segurança, na determinação, na capacidade de escolha. É, portanto, uma característica muito saudável da personalidade. Infelizmente, desenvolvemos frequentemente o individualismo, e não a individualidade. [50]

Quem não é fiel à sua consciência tem uma dívida impagável consigo mesmo. [51]


Nos sucessos, tomamos o cálice da alegria; nas ruínas, bebemos o cálice das experiências. [52]

As pessoas superficiais veem os resultados positivos como parâmetros do sucesso, enquanto que a psicologia avalia o sucesso usando como critérios a motivação, a criatividade e a resistência intelectual. [53]

Nos primeiros trinta segundos de tensão cometemos os maiores erros de nossas vidas. Nos focos de tensão bloqueamos a memória e reagimos sem pensar, por instinto. Neste caso, o homo bios (animal) prevalece sobre o homo sapiens (pensante). [54]

"O homem que se vinga quando vence não é digno da sua vitória". [55]

O destino não está programado nem é inevitável. O destino é uma questão de escolha. [56]

A sociedade moderna tornou-se psicótica, uma fábrica de loucura. Infelizmente, do jeito que as coisas caminham, investir na indústria de antidepressivos e tranquilizantes parece ser a melhor opção no século XXI. [57]

Estamos perdendo a singeleza, a ingenuidade e a leveza do ser. A educação, embora esteja numa crise sem precedente, é a nossa grande esperança. [58]

Como toda pessoa que pensa em suicídio, na realidade ele queria matar sua dor e não exterminar a vida. [59]

Queria ser livre para pensar, pois acreditava que só uma mente livre é capaz de gerar pessoas livres (Cury, 2004). Entendeu que os ditadores escravizam porque são escravos dos seus conflitos, e os autoritários dominam porque são dominados pelas áreas doentias da sua personalidade. Quem controla a liberdade dos outros nunca foi livre dentro de si mesmo. [60]

Quando nossos sonhos incluem os outros, quando procuram de alguma forma contribuir para o bem da humanidade, eles suportam mais facilmente os temores da vida. Quando temos sonhos individualistas, eles são tímidos, não resistem aos acidentes do caminho. [61]

... sem esperança seca-se a alegria de viver e o desejo de mudar. [...] Gerenciou seus pensamentos, transformou sua raiva em capacidade de lutar, sua indignação em ideais, seu sofrimento em sonhos. [62]

"A suprema arte da guerra é derrotar o inimigo sem lutar". [63]

Os fortes amam, os fracos odeiam, os fortes incluem, os fracos discriminam. Quando o medo está presente no anfiteatro da emoção, não há dois vencedores. Ou dominamos o medo ou o medo nos domina. [64]

Quando no complexo teatro da mente humana há sonhos, os surdos podem ouvir melodias, os cegos podem ver cores, os abatidos podem encontrar força para continuar. Os sonhos têm o poder de nos levar a patamares impensáveis. Quem dera fôssemos todos sonhadores! [65]

Não há nada mais tolo do que sempre se conduzir em obediência a uma mesma disciplina. [66]

Num mundo tão rápido e ansioso, a educação tem desprezado a ferramenta da dúvida e da crítica, que são a agulha e a linha que tecem a inteligência. [67]

O conformismo é o carcereiro da liberdade, o inimigo do crescimento. [68]

Um excelente líder não é o que controla seus liderados, mas o que os estimula a fazer escolhas. Não é o que faz temer, mas o que faz crer. Não é o que produz pesadelos, mas o que faz sonhar. [69]

As experiências discriminatórias arquivam-se de maneira privilegiadíssima nos solos da memória, contaminando o inconsciente coletivo. [70]

Certos transtornos psíquicos, como a obsessão por doenças e por higiene, assim como pelo perfeccionismo, também são transmitidos na relação entre pais e filhos e demoram algumas gerações para ter remissão espontânea. [71]

O terrorismo quebrou um tabu inimaginável de destrutividade. Gerou a "loucura consciente". As pessoas extravasam seu ódio matando-se para matar os outros. É o último grau de insanidade da nossa espécie. As imagens dos ataques terroristas são registradas no inconsciente de bilhões de pessoas causando danos em diversos graus. Não se debela o terrorismo com armas, mas com flores que exalam o perfume da compreensão. Precisamos compreender que nossa espécie está doente. Não se reedita o filme do inconsciente com reações agressivas, mas com diálogo. Afinal de contas, todos somos vítimas e réus, agressores e agredidos. A agressão gera janelas killers que financia reações agressivas, fechando o ciclo fatal.  As estatísticas demonstram que os soldados israelitas estão desistindo da vida. Estão morrendo mais por suicídio do que em combate. A emoção não suporta essa sobrecarga de violência. Se esses jovens que deveriam estar se divertindo em festas estão se matando, imagine o que está acontecendo nos solos inconscientes das crianças. [72]

Os jovens precisam criticar a violência do mundo para que a violência registrada neles seja diariamente reeditada. [...] Precisamos proclamar nas escolas, nas igrejas, nos clubes, nas empresas que vale a pena viver a vida. [...] A vida é um espetáculo imperdível. [73]

... raros são os políticos preparados para o poder. O poder os seduz, torna-os fortes para receber aplausos, mas tímidos para atender às necessidade dos outros. [74]

Quando não matamos nossos monstros psíquicos, nós os projetamos em alguém ao nosso redor. [75]

Para muitos a solidão é uma companheira intolerável, mas para os sonhadores é um brinde à reflexão. Os que têm grandes projetos precisam de uma dose de solidão para elaborarem seus sonhos. A juventude atual não suporta uma hora de solidão. Logo desferem o grito "não tenho nada para fazer!". Não suportam a solidão porque não suportam a si mesmos. Não sabem libertar sua criatividade nem contemplar o belo. O que fizemos com nossos jovens? Eles não são culpados. O capitalismo selvagem os tem transformado em consumidores vorazes, com um apetite emocional insaciável. São vítimas da Síndrome do Pensamento Acelerado – SPA. São ansiosos. A ansiedade é inimiga do silêncio. Se aprendessem a usar a solidão para se interiorizar, encontrariam a fonte da tranquilidade. [...] Nenhuma ditadura sobreviveu. Peço desculpas por insistir: a única ditadura que está sobrevivendo é a ditadura do consumismo e da SPA. Ambas abalam a psicologia. [76]

Na essência, somos iguais; nas diferenças, nós nos respeitamos. [77]

[1]  CURY, Augusto Jorge. Nunca desista dos seus sonhos. 4ª impressão. - Rio de Janeiro: Sextante, 2004. p. 11.
[2] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., pp. 11-12.
[3] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 12.
[4] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 12.
[5] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 14.
[6] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., pp. 14-15.
[7] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., pp. 15-16
[8] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 16.
[9] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 16.
[10] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 17.
[11] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., pp. 17-18.
[12] KANT, Immanuel apud CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 18.
[13] PLUTARCO, apud CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 19.
[14] EPICURO, apud CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 19.
[15] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 19.
[16] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 20.
[17] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 20.
[18] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 22.
[19] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 22.
[20] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 22.
[21] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 26.
[22] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 26.
[23] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., pp. 26-27.
[24] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 31.
[25] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 32.
[26] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 34.
[27] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 34.
[28] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 35.
[29] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 37.
[30] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 38.
[31] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 39.
[32] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 42.
[33] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 44.
[34] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 44.
[35] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 47.
[36] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 47.
[37] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 48.
[38] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 50.
[39] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 50.
[40] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 51.
[41] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 53.
[42] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 54.
[43] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., pp. 54-55.
[44] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 55.
[45] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 56.
[46] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 56.
[47] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 57.
[48] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 59.
[49] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 60.
[50] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 63.
[51] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 64.
[52] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 64.
[53] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 65.
[54] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 66.
[55] VOLTAIRE apud CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 68.
[56] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 69.
[57] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 70.
[58] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 71.
[59] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 75.
[60] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 76.
[61] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 76.
[62] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 77.
[63] SUN TZU apud CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 78.
[64] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 78.
[65] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 80.
[66] MONTAIGNE apud CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 81.
[67] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 81.
[68] JOHN F. Kennedy apud CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 81.
[69] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 82.
[70] JUNG apud CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 83.
[71] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 83.
[72] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., pp. 84-85.
[73] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 85.
[74] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 86.
[75] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 87.
[76] CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 88.
[77] AGOSTINHO apud CURY, Augusto Jorge. Op., cit., p. 89.
Augusto Cury
Enviado por Nijair Araújo Pinto em 30/09/2019
Reeditado em 31/03/2020
Código do texto: T6757674
Classificação de conteúdo: seguro

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