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Romanos versus chineses: Dominar o outro; dominar-se: o conflito entre culturas e civilizar-se!

"Transformem os inimigos em amigos: é a melhor das possibilidades da guerra limpa e honesta.
As guerras destroem famílias. Só a paz pode salvar o rota da seda."
General chinês.

https://www.youtube.com/watch?v=b7UFbRFuAFc

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___ Moderno é o momento de cada época. Modernismo é o estilo literário. Modernidade é a transformação da sociedade a partir do século XIX (liberalismo, conquistas do USA, etc. , em que a Europa vive as revoluções burguesas I e II, com o elogio à máquina a Vapor e à eletricidade (com a denominação Futurismo e Cubismo - vanguardas Europeias.).
__ Houve grande contestação de educação e se posicionou contra o capitalismo (marxismo).
__ "Modernidade tardia" (pós- estruturalismo, pós-fenomenologia) é a vivida nos países neocoloniaistas ou pós-colonianistas, trata-se de uma contradição em imitar modelos europeus de moda, música, vanguardas, arquitetura, etc. como no Rio de Janeiro em 1910 com a construção da Avenida até o Porto, novos casarões do Café. Isso se deu também em São Paulo...

___ Modernidade líquida: descarte do tempo e das utopias, fim das grandes narrativas. Tudo é líquido: o virtual é mais real que o real. Era das telecomunicações, celular, computador, nudismo, descarte da religião, moral (daí o relativismo ético - tão perigoso, que você nos alerta no seu poema "modernidade" - era dos extremos (A libertação da África, "Apartheid" sul-africano e Mandela, etc. Eliminação em massa nos campos de concentração, etc. (neo)fascismo, (neo)nazismo, comunismo, socialismo e tiranias - guerras mundiais - poemas da melancolia e depressão ...) e era das hipercrises e indiferença da juventude e tentativas de aniquilar a Igreja, a família e os valores do humanismo cristão...). É a era do nem-nem... dos jovens... dos celulares... do ceticismo, do hedonismo, violências, impactos ambientais, neoconservadorismo, capitalismo corrosivo na globalização e no neoliberalismo, etc.

J B PEREIRA

Poeta, parabéns, hoje vou exaltar. Este amigo correto, o evangelho busca vivenciar!  Li e goste de seu texto modernidade.

MODERNIDADE  - ARTIGO RIMADO
https://www.recantodasletras.com.br/artigos-de-sociedade/6142381


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Eis a minha utopia: meu sonho! Viver a cada dia como o trimbolim para o Bem,  Belo e Verdadeiro. O maior bem que podemos fazer a nós é fazer bem a todos: aos amigos e aos que estão conosco em nossa frágil travessia no corpo, no mundo: sem perder o sentido da vida e a mirada do Futuro - a recompensa do Céu. Os pobres não nos podem recompensar com dinheiro, o mérito é o reconhecimento. O não esquecimento... E Deus pode nos recompensar visto estar em todos ricos e pobres, especialmente nos pobres e minorias.

J B PEREIRA
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"Mapa florentino renascentista do meio do século XV baseando na obra Geografia de Ptolomeu, atribuído à Francesco del Chierico.
À nordeste, no fim do trajeto terrestre da Rota da Seda, está indicando o País da Seda (Serica); à sudeste, a terra dos Quin (Sinae), no fim das rotas marítimas."

https://pt.wikipedia.org/wiki/Rela%C3%A7%C3%B5es_sino-romanas
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Dominar o outro; dominar-se: o conflito entre culturas e civilizar-se!

J B PEREIRA

As diferenças podem ser somadas e superadas em ação conjunta quando se vencem pretensões de se enriquecer sozinho.
 Esse dilema viveu as cultura.
O contrato e tréguas foram caminhos árduos para superar o orgulho de vencer o outro como diferente do eu.
E o caminho da sede envolveu três grandes impérios: China, Roma  e o Parta e Cuchana.
Demoraram-se séculos para aprenderem a negociar uma paz instável e militarizada.
Os filmes tendem romanizar ou idealizar ou tornar romance o que foi sangue e suor de culturas estranhas e em contante estranhamento.
Civilização teve o ar de dominação e subjugar o diferente, ser intolerante e durão!
Cultura podia e avançava na negociação, tolerância, aprender a ouvir antes de estranhar e guerrear para bem de todos os lados, cultivar capacidades, competências e habilidades em comuns e não comuns... cultivar o respeito mútuo: o outro é tão diferente e capaz quanto o meu lado, meu povo e minha cultura.

Relações sino-romanas – Wikipédia, a enciclopédia livre
https://pt.wikipedia.org/wiki/Relações_sino-romanas

CONFLITO PELO o controle sobre o lucrativo comércio de seda...

Relações sino-românicas referem-se ao contato principalmente indireto, ao fluxo de mercadorias e informações e aos ocasionais viajantes entre o Império Romano e a dinastia Han da China, assim como entre o posterior Império Romano do Oriente e as dinastias chinesas subsequentes. ... ainda que tratando-as como nações distintas que estavam em guerra.

A primeira menção nos textos romanos refere-se a um comentário de passagem sobre um suposto enviado chinês a Augusto, que trouxe-lhe presentes; os acadêmicos acreditam que trata-se apenas da visita
não-oficial de um comerciante.
Em 97, o general chinês Ban Chao tentou enviar seu enviado Gan Ying
à Roma, mas esse foi dissuadido pelos partas de se aventurar além do Golfo Pérsico. Vários alegados emissários romanos à China foram registrados pelos antigos historiadores chineses.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Rela%C3%A7%C3%B5es_sino-romanas

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Lc (17, 7-10)
Evangelho do dia

E qual de vós terá um servo a lavrar ou a apascentar o gado, a quem, voltando ele do campo, diga: Chega-te, e assenta-te à mesa? E não lhe diga antes: “Prepara-me a ceia, e cinge-te, e serve-me até que tenha comido e bebido, e depois comerás e beberás tu? Porventura dá graças ao tal servo, porque fez o que lhe foi mandado? Creio que não! Assim também vós, quando fizerdes tudo o que vos for mandado, dizei: “Somos servos inúteis, porque fizemos somente o que devíamos fazer!
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Recadinho
Reconheço que tudo é dom de Deus?
Trabalho para o Reino?
Como é minha oração?
Como trato meus dependentes?
Reconheço os dons que Deus me deu?
O servo cumpre seu dever!
A atenção do Evangelho (Lc 17, 7-10)  não se dirige à atitude do senhor, mas às dos servos. Jesus convida seus apóstolos, por meio de uma parábola sobre o serviço! O servo tem que cumprir seu dever sem esperar recompensa: “Será que o senhor vai agradecer o servo porque fez o que lhe havia ordenado?” (Lc 17, 9). Não! Esta não é a única lição do Mestre acerca do serviço! Jesus dirá mais adiante aos discípulos: “Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu Senhor! Chamo-vos amigos! Porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi de meu Pai! (Jo 15, 15). Os amigos não passam contas. Se os servos têm que cumprir seu dever, muito mais os apóstolos de Jesus, seus amigos, devemos cumprir com a missão encomendada por Deus, sabendo que nosso trabalho não merece nenhuma recompensa, porque o fazemos por gosto e porque tudo quanto temos e somos é um dom de Deus!
 
Trabalhar para o Reino!

Para quem acredita, tudo é sinal! Para o que ama, tudo é dom! Trabalhar para o Reino de Deus é nossa recompensa! Por isso não devo dizer com tristeza nem desânimo: “Sou simples servo! fiz o que devia fazer (Lc 17, 19), mas com a alegria daquele que foi chamado a transmitir o Evangelho!
 
São Martinho de Tours!

Anteontem tivemos também presente a festa de um grande santo, de um grande amigo de Jesus, muito popular na Catalunha (Espanha), São Martinho de Tours, que dedicou a vida ao serviço do Evangelho de Cristo. Dele escreveu Suplício Severo: “Homem extraordinário, que não foi dobrado pelo trabalho nem vencido pela própria morte! Não teve preferência por nenhuma das partes, não temeu a morte, não recusou a vida! Levantados os seus olhos e as mãos para o Céu, seu espírito não deixava de orar!” Na oração, no diálogo com o Amigo, encontro o segredo da força do serviço!
 
Servir a Deus!

Jesus conta uma parábola em que me coloca no lugar de Deus e pede que eu imagine a situação hipotética: Tenho um empregado que trabalha o dia inteiro cuidando de animais no campo! Ao anoitecer, quando meu empregado chega, é claro que não vou pedir que ele se sente à mesa comigo para jantar, mas vou pedir que ele se arrume e me sirva à mesa. Será que vou agradecer a ele, ou ele não fez nada mais que sua obrigação?
 
Jesus fala em empregado!

Jesus fala empregado e não em escravo!  Caso isso não seja um erro de tradução, nós sou  comparado a empregado de Deus, o que significa que tenho direito a um salário! Não merecemos sequer um obrigado de Deus! Não faço nada além do que já sou pago para fazer. No entanto, meu emprego é de tempo integral: 24 horas por dia, 7 dias por semana, 365 dias por ano, sem direito a férias... e fazendo tudo o que A Trindade Santa mandar! - Qual é meu salário? Meu salário são meus dons!
“Aparecida das Águas” nos convida: Sejamos discípulos missionários do Redentor!

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A Visão Romana sobre os Chineses
André  Bueno
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André Bueno

Os Chineses no império Romano

No século III d.C., o cronista Solinus dizia o seguinte sobre os chineses: Quando voltamos do Oceano Sythico e do Mar Cáspio, vamos em direção ao Oceano Oriental. A partir do início da costa, encontramos neves profundas, longos desertos, além de povos e lugares cruéis, canibais e as mais terríveis bestas selvagens, que tornam metade do caminho praticamente intransitável. Quem conseguir chegar ao fim desse caminho, encontrará uma montanha que domina o mar, que os bárbaros chamam de “Tabis”. Passando por ela, continuamos a atravessar imensos desertos. Após chegar na costa frente a região nordeste, depois de atravessarmos imensas regiões desabitadas, o primeiro povo de que ouvimos falar são os “Seres”; eles aspergem água sobre as folhas de certas árvores, que ao ficarem úmidas, produzem uma substância que se transformará em novelos parecidos com algodão. Esta é a chamada seda, como conhecemos e usamos, que desperta a paixão pelo luxo das mulheres, e com a qual mesmo nossos homens se vestem agora, deixando seus corpos à mostra. Os “Seres” são gente civilizada e pacífica, mas que evita o contato com outros povos, recusando o comércio com outras nações. Todas as vezes que eles atravessam seu rio e saem de seu país para fazer negócios, eles não usam seu idioma, nem conversam; fazem uma estimativa com o olhar, e lançam seu preço. Preferem, aliás, vender suas mercadorias, mas não gostam de comprar as nossas.
 (p. 18)

 É difícil saber se eram mercadores chineses, de fato. A barreira da língua, bem como o aspecto físico diferente, nos fornecem evidências interessantes. De fato, os romanos da época tinham impressões curiosas sobre os “seres” (como denominavam os habitantes da “Serica” ou “Sinae”, a “Terra da Seda”, a China).
Na mesma época, Bardasano, em sua etnografia religiosa no “Livro das Leis dos Países”, comenta positivamente sobre a civilização chinesa: Os Seres (chineses) têm leis que proíbem de matar, ou de cometer atos impuros, ou de adorar ídolos; e em toda a Serica não existem ídolos, não existem prostitutas, e ninguém mata, ou é morto: apesar disso, como os outros homens, eles nascem em todas as horas e em todos os dias. Assim, Marte feroz, sempre que está no auge, não domina a liberdade dos Seres, nem obriga um homem a derramar o sangue de seu próximo com uma arma de ferro; nem Vênus, quando junto a Marte, obrigar qualquer homem entre os Seres de cobiçar a mulher do seu próximo, nem qualquer outra mulher. Ricos e pobres, doentes e saudáveis, e governantes e súditos, no entanto, estão lá: porque essas questões estão nas mãos dos governantes.
(p. 19)

(...)

Polyhistory , LI. In Solinus.Polyhistoire  . Apud George Coedès,
Textes d’auters grecs et latins relatifs a L’Extreme Orient.
 (New York: Ares Publishers, 1977), p.84

A Visão Romana sobre os Chineses
André  Bueno
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http://www.academia.edu/25757973/A_Vis%C3%A3o_Romana_sobre_os_Chineses


Filme de luta completo dublado 2018
https://www.youtube.com/watch?v=hcLf6kI8Wxs

Filme de Guerra 'A Saga do Guerreiro' Filme Completo Dublado
https://www.youtube.com/watch?v=b7UFbRFuAFc
J B Pereira e https://pt.wikipedia.org/wiki/Rela%C3%A7%C3%B5es_sino-romanas
Enviado por J B Pereira em 14/11/2018
Reeditado em 14/11/2018
Código do texto: T6502946
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Sobre o autor
J B Pereira
Piracicaba - São Paulo - Brasil
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J B Pereira