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Para que prossiga o Auxílio Emergencial

Há quem defenda e eu concordo, que o auxílio emergencial seja mantido até o fim da pandemia (lembrando que a Espanhola durou mais de dois anos).
O problema está em existirem recursos para isso numa nação esgotada.
A prioridade a meu ver deveria ser essa: que todos os políticos - absolutamente todos, deputados, senadores, ministros dos tribunais superiores, governadores, prefeitos, vereadores - abdiquem de suas mordomias, TODAS as mordomias, e metade de seus elevados salários, e que essa imensa quantia poupada aos cofres públicos seja direcionada ao auxílio de emergência. Quem sabe poderia chegar a mil reais por pessoa?
Não adianta a esquerda horrível existente no Brasil ficar culpando Bolsonaro, ele não tem culpa, ao contrário o primeiro valor era de 500 reais conforme votado pelo Congresso e ele mandou aumentar para 600. Com excessão do digno Senador José Antônio Reguffe, que desde deputado recusa todas as mordomias (ouvi dizer que recentemente, por causa da pandemia, ele renunciou a 50 por cento de seu salário e sugeriu que os demais parlamentares façam o mesmo mas ainda não pude conferir essa informação), todos os políticos, praticamente TODOS, são culpados pela situação do povo na medida em que relutam e recusam renunciar a seus privilégios absurdos.
Miguel Carqueija
Enviado por Miguel Carqueija em 18/02/2021
Código do texto: T7187395
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre o autor
Miguel Carqueija
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 72 anos
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Miguel Carqueija