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O rei de Marrocos e as conquistas

Desde a ascensão da Majestade Mohammed VI ao trono de seus distintos predecessores, o Marrocos tem adotado uma série de  medidas e decisões históricas, com exito tem dado as instruções e orientações com vista a implementar um conjunto de planos e plataformas importantes.

Saudando muitas conquistas do Reino durante o reinado do rei Mohammed VI, cujos elogiados procediam das duas grandes potências fraternas, aprofundando o sentimento do ódio e da inveja dos países inimigos do reino.

Tais conquistas e decisões não precisam somente de publicar certos artigos ou uma série de programas, mas sim de progredir e desenvolver sua infraestrutura. No entanto, uma série de episódios a lembrar no sentido da alavanca, dando um sentido aos esquecidos face aos “curiosos” do Reino sobre o monarca do país, cujas lições de Diplomacia, economia, investimentos e de outros campos em termos de avanços tangíveis e de um salto qualitativo para o país.

1- Retorno à União Africana

Uma das decisões históricas mais importantes do monarca do país, tem sido quando o rei Mohammed VI, trouxe a ideia de acabar com a política de vagas vazias na União Africana, tomando a decisão de retornar a este bloco africano.

O regresso do Marrocos à União Africana não aconteceu por acaso, tendo repensado e preparado, cujos importantes pontos e decisões, ligados até  então ao Ministro dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Salah El-Din Mezouar, muitos países africanos se mobilizaram, lado a lado com as Visitas reais, da sua Majestado, Mohammed VI, levando diversos países amigos e irmãos do continente africano,  culminando com certas assinaturas de diversos acordos e investimentos nos setores da saúde, de agricultura, de indústria e entre outros.

Em julho 2016, e por meio de mensagem do rei Mohammed VI da 27ª cúpula da União Africana realizada na capital ruandesa, Kigali, o Reino de Marrocos tomou uma certa medida oficial de retorno à união,  depois de 32 anos em protesto contra a presença da "frente separatista" desde 1984.

O rei do país declarou na margem do discurso ao dizer que: "Embora o Marrocos tenha se retirado da Organização da Unidade Africana, nunca  tinha deixado a África. Desde 1984, foi em circunstâncias especiais, e numa estrutura institucional continental diferente."

A relação estreita entre o Marrocos e África ligado a um sentimento legítimo, cuja dificuldade e de se separar de forma dolorosa entre as partes, o povo marroquino de um lado e vizinhos africanos, motivo o reconhecimento de um Estado fictício, contra o Reino de Marrocos,  nação antiga na história, diante de uma entidade que carece dos elementos mais simples de soberania ou sem qualquer representação ou existência real.

O rei tem dito "Esperamos, durante anos, para revelar hoje, com toda a sinceridade, até quando deixou uma profunda ferida a Marrocos, tendo a oportunidade hoje de expressar tal fato", afirmando que "Estar certo de que tal fato, estabelecendo a nobre honra voltar no seio deste agrupamento.

Tal mensagem do rei resulta numa visita histórica à capital Adis Abeba, janeiro de 2017, para participar da 28ª cúpula da União Africana, culminando com a votação da maioria dos estados membros da União ao retorno do Reino de Marrocos, o que levou o rei do país a proferir um discurso histórico na margem da conclusão da cimeira.

“Que maravilha tal dia, quando voltar a casa, depois de uma longa ausência”, sublinhou o rei no seu discurso aos líderes dos países africanos, considerando a África nosso continente, como nossa casa. Finalmente voltamos a casa. Tornar-se feliz novamente.
O regresso do Reino de Marrocos ao seu lugar na União Africana foi coroado de sucesso e descrito como histórico e importante, apesar das intrigas das duas partes, envolvendo os planos separatistas que falharam face aos seus antecessores.

Desta forma definitiva, o Reino alcançou a sua aposta ao perceber que a vaga diplomática tem sido um obstáculo para sua expansão econômica e sua influência na África.

Lahcen EL MOUTAQI
Professor universitário, Marrocos
ELMOUTAQI
Enviado por ELMOUTAQI em 17/02/2021
Código do texto: T7186716
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
ELMOUTAQI
Rabat - Rabat-Salé-Zemmour-Zaër - Marrocos, 54 anos
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